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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Sessão de Autógrafos na XXIX Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes - Belém do Pará (Brasil)

 






Sessão de autógrafos na maior feira do Norte! 


📚📚📚


29ª FEIRA PAN-AMAZÔNICA DO LIVRO E DAS MULTIVOZES  

Dia: 30/08/2026 - Domingo  

Horário: 16h  

Local: Hangar

 Stand Escritores Paraenses 


E com 2 livros lindos representando a Amazônia e a Educação:


1. Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: o Sistema de Organização Modular de Ensino, (Org. Marina Sousa, Sérgio Bandeira e Ribamar Oliveira)  - Vol. III  

   

2. Crônicas de um Educador de Escola Pública  

   José Ribamar Lira de Oliveira  

   "Memórias, lutas e resistências na educação que transforma"  

 


16h no Hangar, Stand Escritores Paraenses


16 horas no Hangar.  

Caneta na mão, coração na ponta.  

Livro novo cheirando tinta.  

Gente chegando com história pra contar.  


Não é só autógrafo.  

É encontro.  

É aluno que virou leitor.  

É professor que virou colega.  

É Amazônia assinada, página por página.


Dia 30 de agosto(Domingo), às 16h, Stand Escritores Paraenses 

Contamos com  presença de tod@s! 

E a educação paraense ganha mais voz.


Agende -se!


Prefácio produzido pela Mestra Marina de Sousa Costa para o livro Crônicas de um Educador de Escola Pública


           Estava eu, me preparando para receber a fase da aposentadoria, tecendo algumas expectativas para um tempo de ficar de boa, de não ter nada, no rigor do relógio,  para fazer. Eis que meu amigo José Ribamar, querido Ribinha, me entrega sua produção literária para ler e ajudar na revisão, e me “intima” a prefaciá-la. Logo, minhas expectativas tiveram que incluir alguns fazeres que imaginava, não mais exerceria.

           Prefaciar uma obra, que trata no seu maior campo, as vivências no Sistema Modular de Ensino, é motivo de orgulho e atividade irrecusável. Trata-se de apresentar algo que é parte de mim, é parte de minha história. Falarei com a propriedade de quem, durante quinze anos, viveu no Sistema Modular de ensino, grandes experiências profissionais e experiências de vida extraordinárias. Portanto, me sinto muito a vontade para essa apresentação, com uma certa pavulagem.

           Essa obra merece destaque porque sugere diálogo, se estrutura na construção de narrativas através da fala de personagens que retratam uma realidade vivida, Abir e Emos, que no processo inverso das grafias, tecem um embaralhamento dos acontecimentos por eles vividos nos trilhos da Educação e mais, essencialmente, no então Projeto de Ensino Modular, atualmente já regulamentado como Política Pública de Educação do Estado do Pará.

           Abir e Emos, mergulham nas conversas que emergem de suas memórias, em episódios que eram vividos por eles, mas que também não eram únicos. Das suas histórias identifica-se explicitamente, também, as histórias de muitos e muitas, no universo dimensional paraense, abrangido pelo SOME. São tantas situações enfocadas, no campo de trabalho, longe de ser uma ocorrência pontual ou isolada, pois o exercício da docência no SOME, sempre esteve cercado de um conjunto de fatores pertinentes  na consolidação da prática educativa, formando um eixo de necessária interação, envolvendo, entre outras, o percurso e mobilidade de acesso dos profissionais da Educação até a localidade de trabalho, a chegada, a moradia temporária, o material de trabalho, a acolhida na comunidade, a inserção na escola, a aproximação com as famílias dos educandos e das educandas, etc. por fim, até a ressonância do papel docente e os resultados de seu trabalho.

           É por todos esses segmentos que acabei de elencar, que Emos e Abir, se debruçam a transportar para as páginas literárias, as páginas da vida. São episódios de quem experienciou a essência da Educação, entre um emaranhado de ir e vir, entre transtornos e êxitos, entre pesos e levezas, cansaço e regozijo, desgastes e sucessos, insegurança e empoderamento etc.   

           Nas narrativas de Abir e Emos, fica a transparência dos seus prazeres por oportunizarem a adolescentes, jovens, homens e mulheres, descobrirem-se como sujeitos sociais de direitos, apontando caminhos em que eles possam assumir o protagonismo de suas próprias histórias.       

           É muito interessante a escolha do autor no formato de sua obra, dando vida a personagens que discorrem sobre as vivências, do próprio escritor, de forma simples, suave e agradável. Uma leitura imperdível. Parabéns, Ribinha, pela ousadia e pela grandeza da obra. E obrigada pelo convite.  

                    



                        Marina de Sousa Costa 


                             SUCESSO!

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