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quinta-feira, 18 de setembro de 2025
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
O Universo Literário na Sociedade e suas Riquezas
| Início do Desfile Escolar |
Este blogueiro, Ribamar Oliveira, ficou muito feliz com a homenagem que recebeu da Escola Municipal da Vila de Cumaru, município de Vigia de Nazaré, tendo como tema O universo literário na sociedade e suas riquezas, no dia 06 de setembro passado, O homenageado que publicou o livro Experiências Poéticas de um Professor, pela Editora Letras Periféricas, no ano de 2024, em linguagem poética sendo trabalhado pelas professoras do ensino fundamental menor da Escola.
Apresento neste livro, em
linguagem poética, que segundo o poeta e
escritor que fez apresentação Carlos Alberto Prestes, escreve o seguinte:
“os conteúdos discorrem poderíamos dizer, em três momentos: poesia nativista ou bucólica, poesia de vida ou do cotidiano e poesia política ou social. A poesia nativista mostra
o lado saudosista e regionalista do poeta, que se refugia na paisagem campestre em busca de paz, de
serenidade (...)”
O livro, originalmente concebido
como produção nas horas de folgas do escritor para postagens em grupos
familiares, é inspirado em vivências reais e ficcionais do autor. Cada tema
abordado conta que o livro foi moldado por reflexões em determinadas realidades.
A escrita e transformações dessas produções em poemas veio durante um período
de isolamento e silenciamento em final de noite em que o escritor inspirado
relembra fatos e momentos importantes de sua vida.
| Ribamar Oliveira sendo homenageado |
| Personagens de Monteiro Lobato |
| Prof. Raimundo Seixas |
| Importância dos livros na Escola |
| Desfile marcante |
| Hino Nacional |
| Equipe pedagógica da Escola com Ribamar Oliveira |
| Fátima, Ribamar e Marluce |
| Fátima e Ribamar Oliveira |
| Ribamar e D. Cristina Seixas |
segunda-feira, 6 de janeiro de 2025
Aniversário do Município de Vigia (409 anos)
Há 20 anos nossa intima relação ao
município de Vigia tornou-se muito forte quando adquirimos um terreno na
localidade de Cumaru, pertencente a este município, mesmo sem conhecê-lo.
Nessa forte relação não poderíamos deixar de expressar nossa vinculação com o município que hoje completa 409 anos de fundação, data histórica e fundamental para o município. As comunidades e sede estão alegres e felizes com as comemorações do município que tem uma Igreja de Pedra, um marco artístico importante e marcante para a população vigilenga. Na Vila de Cumaru, distante 24 Km da sede, as comemorações começaram cedo com a banda do Projeto Jovens Talentos, com uma singela homenagem nas ruas da comunidade. Estamos felizes por essa justa homenagem a este querido município.
O município de Vigia de Nazaré,
histórico por natureza é importante destaque na produção de pescado, em
especial, da gurijuba, que por sinal,
adoramos. Não podemos negar que alguns estudiosos sobre a Amazônia abordam a
história hegemônica europeia como responsável pelo surgimento da modernidade
ocidental; porém, outros autores consideram a escravidão como sistema de
produção, principalmente, durante a fase mercantilista, se levarmos em
consideração este cenário de fundação da Vigia e depois Belém.
Sua história se confunde com a
história da capital do Estado,
porém, com uma consideração que
seis dias antes da fundação de Belém, Francisco Caldeira Castelo Branco passou
por essa região em que os povos originários estabelecidos naqueles momentos
denominados de Tupinambás já residindo
através da Aldeia Uruitá, que segundo os antropólogos e historiadores significa
no tronco tupi-guarani de “cesto de pedras”, tudo sob o controle e domínio de
uma das principais instituições europeias que vieram “catequizar” essas bandas
através da congregação das missões da Companhia de Jesus, juntamente com as
forças militares. Vale destacar, que mesmo antes da chegada dos portugueses na
América, esse território teve a visita de outros povos que alguns desejaram
fixar por aqui, como os holandeses, espanhóis, franceses e ingleses que
entraram em contato direto com os povos originários. Portanto, as novas áreas
ocupadas pelas metrópoles europeias já eram do conhecimento dos portugueses,
que enviam sob o comando da esquadra Pedro Cabral para conquistar as terras
independentemente de quem estivessem
ocupando, inclusive, os povos nativos.
Ressaltando um dos pesquisadores da
Vigia, o antropólogo e professor da Universidade Federal do Pará, Heraldo
Maués, no livro Padres, Pajés, Santos e Festas, diz o seguinte: - Em 1534,
habitava no lugar onde existe a cidade de Vigia uma tribo de índios Tupinambás,
composta de duzentas e tantas pessoas. Era um tuxaua ou governador o velho
Tauaparanaçu. A aldeia onde moravam davam o nome de Uruitá (...). Em 1540,
morre Tauaparanaçu, deixando três filhos, Araranaçu, Taquari e Suaçurana. Estes
passaram a habitar o terreno fronteiriço ao povoado entrando pelo rio que vai
até a Baia do Sol, da parte direita, até tocar no que hoje se denomina
Trimibenaçu. (...)
Como região estratégica para o
Estado europeu e para os colonizadores, foi transformado em posto de
fiscalização de Vigia, contribuindo para o projeto burguês metropolitano
europeu.
Parabenizamos tod@s pela data
especial e que Vigia de Nazaré continue forte em sua produção econômica para
atender sua população e o mundo!
Fátima Oliveira/Ribamar Oliveira
Moradores de Cumaru, Vigia de Nazaré

