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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Os grandes grupos de comunicações


 Historicamente, temos informações que a imprensa falada e escrita,  sempre esteve nas mãos de grandes famílias, taí a globo, que detém quase 80% de audiência. Aqui no Pará, não é novidade com essas oligarquias que tem o poder  à várias décadas. As famílias Maiorana e Barbalho, que tem rádios, televisões, jornais, tv a cabo e outros demonstram suas forças de comunicações neste momento, principalmente no processo eleitoral, quando influenciam de maneira decisiva a população. Mesmo, sabendo que as famílias possuem esse poder, notamos o engajamento de militantes dos movimentos sociais e populares a contra atacar e criando mídias alternativas que também são fundamentais para o processo de democratização das comunicações, não só no Pará, mas no Mundo. Se você vem notando como vem as informações desses grupos, a forma que seus funcionários produzem os textos, jamais reflete o lado do trabalhador, da maioria da população. E dessa forma, acredito que na medida em que o crescimento das informações dos diversos movimentos sociais são divulgados, estão escrevendo e falando a voz do povo, da realidade o que esta acontecendo.

É importante ressaltarmos que esses dois grupos empresariais que representam os interesses das oligarquias paraenses, estão soltando informações preciosas para a sociedade atual, quando um acusa o outro, disso e daquilo, percebemos como se deu a raiz da fortuna dessas famílias , não só dessas, mas de outras que estão na mídia muitos anos.


Hoje, realmente é preciso rever essa lei e política de comunicações no país. Temos que buscar e ampliar o debate. Acreditamos que as informações e conhecimentos deverão ser democratizado; por isso defendo a democratização dos meios de comunicações.       

Censo no Brasil





Uma nova pesquisa sobre o levantamento da realidade social e econômica do Brasil iniciou ontem, onde dará uma identidade ao nosso país. No momento nós temos 191 milhões e 972 mil brasileiros que estarão dispostos a contribuir com censo, em 5.565 municípios do país. Só no estado do Pará, segundo dados do IBGE são 7,5 milhões de paraenses e teremos 6.100 recenseadores para detectar a situação do cotidiano  como saneamento, energia, e outros assuntos de interesse da sociedade brasileira    

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Lula: Melhor Presidente do País

A oposição do projeto democrático e popular está uma tíririca contra o projeto coordenado pelo atual Presidente da República do Brasil e contínua estarrecida com a última divulgação da sexta-feira(30.07) da pesquisa encomendada pelo jornal "O Estado de São Paulo" e a TV Globo, onde o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva obteve 77% de aprovação, demonstrando que os projetos desenvolvidos para a sociedade brasileira, são importantes e significativos, até então não realizados por outros mandatários máximos da Nação. Para uma parte que participou das entrevistas, disseram que o governo é regular, com a percentagem de 19%. E os 4%, responderam que o governo é ruim e péssimo.
Nesta pesquisa,que foram entrevistados 2.506 eleitores em todo o Brasil, indicou, também anossa candidata Dilma Rousseff na frente do segundo colocado, com uma diferença de 5%. Para a companheira Dilma que ficou com 39% das intenções do voto, isso significa a estabilidade, já que ainda, considero, que não começou  o processo eleitoral. Ele começa a partir de hoje(02.08), a partir do momento que militantes históricos estão se articulando para a velha prática: "A luta continua, companheiros". Consolidado esses dados, a tendência é elevar. Inclusive deixando às más línguas que não acreditavam na transferência de votos de Lula para Dilma.  

A contribuição da História Oral na Educação Pública

No dia 18 de junho do corrente ano na EEEFM "Maria Gabriela Ramos de Oliveira", no Conjunto Maguari, com apoio da comunidade,  foi apresentado e lançado a Coletânea de texos produzidos pelos integrantes do Projeto "A contribuição da história oral no desenvolvimento político-pedagógico da educação públlica", onde buscou a reconfiguração das atividades curriculares da disciplina de História estabelecendo foco a pesquisa oral e interface com as disciplinas de Sociologia, Estudos Amazônicos. Geografia e Língua Portuguesa.
O Projeto estabeleceu uma abordagem sócio-histórica visando a reconstituição oral, a partir da valorização da memória dos principais personagens, sujeitos e instituições que viveram, vivem e fazem parte do Conjunto Maguari. A pesquisa visou levantar e analisar aspectos econômicos, culturais e políticos do conjunto habitacional construído no início da década de 80 e que possui  hoje mais de 40.000 habitantes.
O projeto sob nossa coordenação surgiu após a aprovação na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará(FAPESPA) em convênio com a Secretaria Estadual de Educação(SEDUC).
O Livro foi entregue para as escolas que atendem o conjunto e diversas bibliotecas de Belém.(Conferir nos jornais: Liberal e Amazônia de 17.06.2010).
Parte desse material estarei transformando em textos para publicação neste blog.

domingo, 1 de agosto de 2010

Separação do Estado do Pará

Lendo o Jornal DIÁRIO do Pará de sábado passado percebi quanto é importante ter orgulho de ser paraense, quando o colaborador do jornal Otávio Rodrigues esclarece o combate à divisão do Pará. Realmente, ter orgulho é ter o olhar da diversidade cultural, já que temos centenas de terras quilombolas e terras indígenas. Será que a oligarquia, partidos e empresários que defendem a divisão não conseguem ter uma visão que não seja apenas de interesses econômicos, será que conhecem um samba de caçete, um retumbão, mazurca, siriá,carimbó, xote entre outros estilos característicos do hibridismo cultural. Pois é, com essa dimensão territorial de dá inveja, com o novo planejamento de desenvolvimento, onde a população nativa, também será beneficiada é possível a resistência a separação de nosso Estado. Temos que ter orgulho e nem deixar envolver-se pelos discursos de quem não é verdadeiramente paraense. A população está organizada politicamente e preparada para o NÃO a divisão do Pará. Otávio em razão.

Esse diário de educador é interessante !

Neste momento fico pensando que nossas férias se foram e que a verdade começa amanhã, com um novo dia. Interessante, conversando com minha companheira ela começou a indagar-me:- Puxa, amor, amanhã volta tudo de novo, estress, pertubações dos alunos, do corpo técnico, etc. Segundo ela, o educador(a) deveria trabalhar apenas 20 anos. Ela que tem 22 anos no magistério e no momento com 270 horas em sala de aula e sala de leitura, acredita que já contribui o bastante para a sociedade. Mas, é obrigada trabalhar mais esses anos em virtude da idade e contribuição, mas com artrose no femu e na coluna, renite, dendinite e hipertensão, sendo obrigada tomar medicação diariamente. Como diz: "Vou trabalhar, mas não era como alguns anos atrás ".  Não é fácil ser professor(a).

19 de abril - Dia do Índio. Por que não?

 
Em relação ao espaço do leitor “Que homenagem é essa?”,  publicado no jornal O diario do Pará, no inicio de abril de 2009,  gostaria de sugerir a leitura da redação de uma aluna sobre a questão indígena da E.E.E.F.Médio Maria Gabriela, do Conjunto Maguari , em Belém-PA. Ela diz: “ O dia 19 de abril foi criado para passar a impressão de que o estado brasileiro se importa com o indígena , e não foi só isso, criaram também a FUNAI para proteger o direito deles , mas na verdade não é isso que acontece.Geralmente, os índios são lembrados nos livros didáticos como povos do passado, que vivem em matas fechadas, que não usam roupas e etc. Há ! Eles são lembrados também como guerreiros, selvagens, caçadores mas estamos errados em achar isso.

A FUNAI é um órgão governamental, criado para proteger os índios mas não é isso que acontece , pois, grileiros invadem as terras dos indígenas, e aí que eles se tornam agressivos, mas estão no seu direito de se proteger. Hoje,os índios não ficam calados em suas ocas eles agora procuram mostrar que são capazes. Eles mostram isso não brigando,mas trabalhando, já que existem índios sociólogos, advogados, professores e muito mais. A questão indígena não deve ser lembrada só no dia 19 de abril mas todos os dias como uma sociedade diferente da nossa, devemos lembrar isso com muito, muito respeito”
-Estudante:Franciele Morais do Nascimento- Oitava série.

Esta produção textual é um reflexo da metodologia desenvolvida por nós professores de História, portanto, é lamentável perpetuarmos o discurso de que não há mudança na educação, isso é subestimar a inteligência dos alunos e ainda, é pensar que os educadores não vão além do livro didático.

Autora: Professora Esp: Maria de Fátima Santos de Oliveira

* Crédito de Imagem: http://profdiafonso.blogspot.com