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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Um ano de enfrentamento



                                                         Valdivino Silva da Cunha*
                                                          José Ribamar Lira de Oliveira*



Para o campo democrático e popular da política brasileira, o ano de 2015 vai ficar marcado como um ano de acirramento de dois projetos, por um lado o segmento mais retrógrado e conservador que há mais de quinhentos anos faz uma opção preferencial pelos ricos e mal feitores, representados pelo PSDB e figurões carimbados e desgastados da política brasileira, como Aécio Neves, Ronaldo Caiado, Bolsonaro, Feliciano, Paulinho da Força, Agripino Maia e Eduardo Cunha, e tantos outros que embora de legendas distintas, são farinhas do mesmo saco. O outro projeto, simbolizado pelos movimentos populares democráticos e por intelectuais dos mais diversos segmentos culturais que lutam por um Brasil melhor e não querem retroceder.



Para o primeiro grupo, sua vontade seria que o Brasil entrasse num colapso total, que não fosse apenas os anéis mas também os dedos. E para isso queriam e até difundiram que a haveria um total desabastecimento, inclusive de gasolina, que o Brasil está vivendo a pior crise econômica de sua história, que a presidente Dilma seria cassada em questões de dias, que não haveria dinheiro para as compras de Natal. Para desespero deles nada disso se concretizou e a vida segue, com crise ou sem crises, aliás, crise pra quem? Tem uma minoria privilegiada que nunca soube o que é uma crise.



A vitória do segundo grupo poderia muito bem ser representada pela luta da sociedade paulista no enfrentamento ao Governador do PSDB de São Paulo Geraldo Alkmin, quando este queria a qualquer custo acabar com grande parte da escolas públicas paulistas, para fazer caixa as escolas privadas. Outro momento simbólico importante foi quando este mesmo grupo foi às ruas dizer não à ditadura da cassação da presidente Dilma, acreditarmos inclusive que este movimento fez com que os juristas da plantão revissem seus pontos de vista esquecendo suas opções políticas e se ativessem às questões constitucionais.




Que em 2016 encontremos forças para lutarmos por uma sociedade mais justa, fraterna, solidária e igualitária. Que venha 2016!




          *Educadores do Sistema de Organização Modular de Ensino _ SOME(Seduc/Pa.)

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