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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Trabalhadores do Brasil dizem não reformas previdenciárias de Temer














Trabalhadores de várias categorias ligados as diversas entidades sindicais e partidos, estiveram pela parte da manhã, de hoje, mobilizados contra as reformas da previdência, que se encontram no Congresso Nacional, defendidas pelo governo federal de Temer. 





Em Belém do Pará, a concentração dos trabalhadores iniciou em frente da Secretaria Estadual de Administração - SEAD,  para entrega pelo Fórum de Entidades Sindicais do Estado do Pará,  de documento que cobra as principais reivindicações não atendidas pelo governo tucano, de Jatene.






Com total falta de respeito aos trabalhadores, o documento das reivindicações dos servidores públicos do Estado, foi entregue entre as grades da Secretária de Administração aos assessores do governo.





Após o Ato em frente da SEAD, os trabalhadores saíram em passeata pela Almirante Barroso, em direção ao Mercado de São Braz, com intervenções de lideranças representativas das entidades sindicais, partidos políticos, deputados e juventude.




O blogueiro esteve presente no Ato.


















quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Desmantelamento da Educação Pública do Pará é abordado em Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores











Nos 37 anos, completado no dia 15 de abril deste ano, o Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME foi mais uma vez denunciado na 15ª Plenária do Congresso Extraordinário e Exclusivo, da Central Única dos Trabalhadores - CUT, a maior Central Sindical do Brasil, pelo seu desmantelamento enquanto política pública, que atende aproximadamente 38.000 alunos, na zona rural, pela delegação do Estado do Pará.




Alunos de Matapiquara defendendo o Some



No momento, o SOME, funciona em 462 localidades, com 1117 educadores, atendendo 98 municípios, dos 144 que o Estado possui, sendo que, o governo tucano do PSDB, representante da elite local, deseja desmantelar essa tão importante politica pública, em prol do Sistema Educativo Interativo  - SEI. Segundo o governo, o SEI será implantado em 142 localidades, de 29 municípios. Enquanto o Some é presencial, o SEI utilizará recursos tecnológicos. 



Prof. Vinicio Nascimento com Avelino Ganzer


Infelizmente, mais uma vez, os filhos dos trabalhadores do campo serão prejudicados, como aconteceu no ano de 2003, quando o governo tucano desmontou a estrutura que tinha o Some, naquele momento. Com o SEI, os tucanos desmantelam o SOME.


Prof. Vinicio Nascimento, fazendo sua defesa em prol do SOME


Prof. Vinicio c/ a Pte do PT




Pte. da CUT Nacional



Prof. Vinicio, do SOME




Delegação Paraense


Imagens:

Professor Gilberto Garcia, do Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME

Professor Vinicio Nascimento, do SOME e delegado do Estado do Pará

Do Blogueiro

sexta-feira, 13 de março de 2015

Onda vermelha na rua








A Onda Vermelha saiu as ruas de vinte e quatro Estados do Brasil e  Distrito Federal promovendo Atos em Defesa da Democracia e os Direitos da Classe Trabalhadora, organizados pela Central Única dos Trabalhadores - CUT, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - MST, União Nacional dos Estudantes - UNE e outras entidades.






Em Belém do Pará, o Ato dos Trabalhadores iniciou por volta das 15 horas, na Praça da República, local de saída da caminhada até ao Mercado de São Braz, com a presença estimada em dois mil trabalhadores de diversas categorias, estudantes do Ensino Médio e Superior, Professores, Trabalhadores Rurais e entidades religiosas.






O Ato encerrou com discursos das principais lideranças das entidades, partidos e show cultural.































































































quinta-feira, 11 de julho de 2013

Dia Nacional de Lutas (I)




Neste Dia Nacional de Lutas, onde os trabalhadores foram convocados pelas centrais sindicais, movimentos sociais e populares; além dos movimentos estudantis estão nas ruas.

Aqui, em Belém do Pará, milhares de pessoas com faixas e cartazes deram o tom na passeata. Saindo com atraso, depois das oito horas, de frente da Prefeitura Municipal de Belém, tendo como destino o CIG- Centro Integrado de Governo.  Onde, no momento, acontece a articulação para a entrega da carta com reivindicações ao prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho e ao governador Simão Jatene.

Leia a íntegra da carta que será entregue ao prefeito e governador.

Exmo. Sr. Dr. Simão Jatene
Governador do Estado do Pará
Exmo. Sr. Dr. Zenaldo Coutinho
Prefeito Municipal de Belém

Pelas Liberdades Democráticas e pelos Direitos dos Trabalhadores.

Os trabalhadores brasileiros vêm participando da luta contra o aumento das
passagens em curso em todo o país, entendendo que expressa a insatisfação
dos trabalhadores e do povo submetidos, diariamente, a condições desumanas no transporte coletivo, em especial nas grandes cidades. O preço das tarifas é absurdamente elevado frente às condições de prestação deste fundamental serviço público e corresponde a 13,5% da renda da população mais pobre.
Mais do que uma reação contra as tarifas, as manifestações mostram que
os/as trabalhadores/as, estudantes e a sociedade como um todo, não admitem mais o descaso com questões como a falta de políticas de mobilidade urbana e melhoria urgente da qualidade do transporte coletivo que, apesar de público, é caro e de péssima qualidade.

Neste sentido, as centrais sindicais abaixo-assinadas, consideram que
as manifestações são absolutamente legítimas e democráticas. A virulência
da repressão policial contra os manifestantes é inadmissível, avilta o direito
constitucional à livre manifestação e resgata o velho bordão de que os poderes constituídos tratam assuntos de interesse social como assunto de polícia.
Sendo assim, as Centrais Sindicais reafirmam à luta contra os aumentos
das passagens, contra a violência policial, pelo amplo direito de manifestação,
pela criação de canais de diálogo e de negociação com a sociedade para, juntos, debatermos e encontrarmos saídas para o problema da mobilidade urbana, que tanto afeta a vida da classe trabalhadora.

No país afora, centenas de prefeitos municipais já ouviram o clamor das ruas
e reduziram tarifas de passagens. É fundamental que manifestações avancem
para a abertura imediata de negociações aqui em Belém, apontando para redução de tarifa, passe livre e, principalmente, na urgente melhoria na mobilidade e serviços hoje oferecidas aos usuários do transporte público e que deixam muito a desejar.

É necessário debater e aprofundar uma pauta nacional e local que aponte
para o avanço do desenvolvimento e da democracia, com respeito aos direitos dos trabalhadores e valorização do trabalho.

As Centrais Sindicais, com o apoio técnico do DIEESE apresentam a pauta
reivindicações da classe trabalhadora, para o que solicita resposta até o dia
2.11.2013 e entendendo que essa passa por:
Fim do fator previdenciário; 10% do PIB para a Saúde; 10% do PIB para a
Educação; Redução da Jornada de Trabalho para 40h semanais, sem redução
de salários; Valorização das Aposentadorias; Transporte público e de qualidade; Reforma Agrária; Fim dos Leilões de Petróleo; Rechaço ao PL 4330, sobre Terceirização; Reformas estruturantes (Mídia, Tributária, Educação, Urbana).

Consideramos grave o genocídio da juventude negra e dos povos indígenas;
a repressão e a criminalização das lutas e dos movimentos sociais; a impunidade dos torturadores da ditadura; somos contra aprovação do estatuto do nascituro e somos contra a redução da maioridade penal.

Também consideramos gravíssimo a ausência de regularização fundiária em
Belém, para o que reivindicamos imediata abertura de mesa de negociação para tratar desse tema.

O Pará contribui positivamente para o saldo da balança comercial brasileira,
com U$ 12 bi em 2010, o que nos coloca como o segundo maior estado em
volume de geração de divisas para o Brasil, mas ocorre concentração nos produtos primários e em commodities o que impede o maior desenvolvimento do nosso Estado.

Mesmo batendo recordes na geração de empregos formais, as Centrais
Sindicais têm apontado reiteradamente ao Governo do Pará a necessidade de
romper com o quadro de baixo nível de qualificação da mão-de-obra e elevado índice de informalidade.
A implantação no Estado dos grandes projetos de metalurgia, mineração e
eletricidade nos coloca na 7ª posição nacional em volume de investimentos (R$ 105 bilhões) e perspectiva de geração de 200 mil empregos formais até 2013 , mas infelizmente não há perspectivas ou recursos previstos para a qualificação de ao menos 20% desses trabalhadores. Como conseqüência manteremos a prática de importação de pessoal de outros estados, principalmente para os empregos mais qualificados, e até de outros países para essas vagas de trabalho.

É necessário que o crescimento econômico e desenvolvimento repercuta na
melhoria da vida do povo trabalhador. Não pode ganhar unicamente o capital, na busca pela sua reprodução. Para isso é necessário que se planeje esse processo, com indicação de criação de infraestrutura de saúde, educação, saneamento, segurança, lazer, entre outros serviços, para que se rompa com os históricos ciclos econômicos do estado em que aos trabalhadores e às populações tradicionais restem apenas graves problemas sociais resultados de um crescimento desordenado, não tendo melhoria significativa na sua qualidade de vida.

Também não se pode reproduzir a lógica das desigualdades regionais que
concentram poder em determinadas regiões em detrimento de outras, gerando internamente disparidades econômicas e sociais que trazem sofrimento ao povo trabalhador. Em função desta secular prática houve ambiente favorável para o recente plebiscito que cogitava a divisão do estado do Pará para o surgimento de mais dois novos estados, Tapajós e Carajás.

Uma das necessárias transformações que precisamos implementar é
da construção de uma política ousada de qualificação, que hoje é de enorme
demanda, exigindo urgente ampliação dos recursos para essa rubrica, sejam em nível estadual, municipal ou federal, continuam muito pequenos para fazer frente

a estes novos cenários. Tal política não pode ser reduzida a oferta de cursos

aligeirados e de baixa qualidade, mas devem comprometer-se com a qualificação

ampla dos trabalhadores e estimular a elevação de sua escolarização.

A necessidade de sustentar o desenvolvimento econômico e social do

Pará para os próximos anos, com mais empregos, elevação dos salários e

da produtividade impõe urgente expansão do investimento na melhora das

condições de trabalho (trabalho decente), na qualidade da educação básica e

fundamentalmente na ampliação da oferta da educação profissional de qualidade

social aos trabalhadores, principalmente nos Setores concentradores de mão-deobra.

É necessário que os trabalhadores tenham acesso planejado e de qualidade,

à formação e qualificação profissional, de modo que possam estar prontos a

assumirem os postos de trabalho que estão sendo criados, evitando-se que o Pará

se mantenha na posição de um mero Estado Almoxarifado de recursos minerais e

importador de mão-de-obra, com inúmeros problemas sociais decorrentes desse

tipo de prática.

Em março de 2012 as Centrais Sindicais e o DIEESE apresentaram ao

Governo do Estado, um conjunto de propostas que até hoje adormecem sem

resposta, onde defendemos:

- a revisão da dotação orçamentária para qualificação profissional; criação do

Fundo Estadual para Qualificação Profissional; Criação de uma comissão tripartite,

para a elaboração da política estadual de educação profissional; que o Estado

articulasse junto à Sudam a criação e implementação do Programa Regional

de Educação Profissional; participação das centrais sindicais na execução das

ações de qualificação profissional; fortalecimento e estruturação do Conselho de

Desenvolvimento Econômico – CDE. Ainda um maior investimento em Políticas

Públicas de saúde, transporte, educação, qualificação, financiamento e outros

que assegurem o desenvolvimento do campo priorizando a agricultura familiar,

garantindo assistência aos assentamentos, bem como a Valorização do Trabalho

Decente, com ampliação de Políticas sociais em todo o Estado com foco na

valorização do trabalho, combatendo a precarização da mão-de-obra, buscando a

igualdade de direitos de todos os trabalhadores;

Superar a histórica lógica da exploração da força de trabalho o Pará

é necessário, de modo a fazer com que o ciclo positivo de desenvolvimento

econômico repercuta na ampliação da qualificação dos trabalhadores, na melhoria

da sua qualidade de vida e no fortalecimento de suas organizações.

Referente à pauta apresentada em março 2012, reivindicamos abertura

imediata de mesa de negociação para abordar as questões ali relacionadas, assim

como outras apontadas pela energia das ruas.

E que o governo de Belém reconheça que existem populações

camponesas (sem- terra, ribeirinhos, quilombolas) no município, alocando recursos

para a rede de proteção social a essas populações, pois o que hoje existe vem do

governo federal.

O município deve efetivar ações que contribuam para superar as

injustiças e desigualdades vividas pelas mulheres, garantindo orçamento para as

políticas, priorizar o financiamento das políticas orientadas para a justiça social e a

igualdade de direitos para as mulheres é fundamental para fazer a diferença na

situação de desigualdade em que vivem as mulheres belenenses.

Assim é fundamental a efetivação das políticas voltadas para a promoção

da saúde e equidade para a população LGBT, Juventude, para a Feminização

da AIDS, para mulheres do Campo e da Floresta; assentadas e acampadas;

empreendedoras; quilombolas; Indígenas; idosas; extrativistas; encarceradas;

com deficiência; Prostitutas; Pescadoras; meninas, adolescentes e jovens;

Trabalhadoras Domésticas, Trabalhadoras do setor formal e informal; escritoras;

poetisas e outras, pois a diversidade de trabalhos, condições sociais, gênero,

geração e orientação sexual têm tido consequências gravíssimas no Pará e em

Belém como o assassinato de mulheres, jovens negros e homossexuais.

O Pará ocupa o 4º lugar em número de mulheres assassinadas segundo o

mapa da violência de 2012 (Waiselfisz, 2012) e mais de 3.000 processos estão

parados nas varas da justiça de violência contra a mulher por falta de recursos

humanos e materiais segundo depoimento de integrantes da justiça do Pará à

Comissão Parlamentar Mista – CPMI em audiência pública em dezembro de 2012.

Esses números e taxas de mortalidade por assassinato cresce entre mulheres

negras e cai entre mulheres brancas. Assim o femicídio tem também no estado a

dimensão da cor/raça.

A juventude é também a principal protagonista da violência (homicídios)

em Belém ocupando o 8º lugar no ranking das capitais brasileiras e com 300%

de crescimento de homicídios de jovens entre 2000-2010 segundo o Mapa da

Violência (Waiselfisz, 2012).

Situação já apontada pelos documentos entregues por centrais e

movimentos sociais, entre os quais aos movimentos de mulheres ao governo

municipal de Belém em audiência com o Sr. Prefeito em março de 2013.

As ações decorrentes do processo de negociação com V, Exª, no entanto

não se concretizou de fato em planejamento com orçamento para o período

2014-2017 no PPA municipal haja vista que mesmo com o Plano Municipal de

Políticas para as Mulheres de Belém- PMPM construído e discutido conjuntamente

(município e movimentos) as propostas contidas no PMPM foram rejeitadas pela

base do governo quando da votação do PPA pela Câmara municipal e mais os

movimentos presentes, que acompanhavam a votação foram constrangidos e

reprimidos violentamente.

Por fim, registramos nosso repúdio ao ataque e à criminalização dos

movimentos sociais, particularmente gravíssimos em momentos recentes: na

violência impetrada na Câmara Municipal de Belém pela Guarda Municipal de

Belém e pela Policia Militar do Estado durante a votação secreta do PPA (Plano

Plurianual) e, dessa forma solicitamos o cancelamento do referido PPA (Plano

Plurianual), votado à base da violência.

Repudiamos também a repressão ao movimento no dia 20 de junho, com

utilização de spray de pimenta bala de borracha e gás lacrimogêneo, este último

causador da morte da servidora pública, a gari Cleonice Vieira, vítima fatal do gás

lacrimogêneo e da violência policial, e a violenta ação contra os trabalhadores

comerciários na recente greve, com violência contra os trabalhadores e lideranças

sindicais.

Avaliamos importante que o governo do estado e o governo municipal

de Belém se comprometam em orientar a bancada paraense na Câmara de

Deputados e Senador Federal na defesa da pauta dos trabalhadores:

Saúde:

Em defesa de saúde pública e de qualidade;

10% do PIB para a Saúde;

Postos de saúde 24h nos bairros;

Não privatização dos serviços de saúde do município;

Cumprimento da norma de atenção à saúde das mulheres vítimas de

violência;

Efetivar a política de saúde da mulher no município, com recursos humanos,

materiais, insumos e espaços físicos;

Criação do Comitê de vigilância de Mortalidade materna e infantil no

município;

Implementação das Leis 11.634/07 (direito à vinculação a uma maternidade

durante o pré-natal) e 11.108/05 (direito de escolher seu acompanhante no

parto e pós-parto);

Construção de Unidade Municipal Materno-Infantil;

Garantir saúde com equidade, com implementação da promoção, assistência

e tratamento de saúde de forma universal;

Garantia do co-financiamento municipal e implementação da atenção básica

e rede de saúde mental no município;

Assistência / Segurança Alimentar e nutricional

Implementação da Lei 11.344/2006 (Lei Maria da Penha), do Pacto de

Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres em nosso município ;

Fortalecer o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Lei nº 11.947 que

estabelece, no mínimo, 30% do total de recursos da alimentação escolar

devem ser usados diretamente na compra de alimentos de agricultores

familiares locais (assentamentos da reforma agrária, comunidades
tradicionais e quilombolas);

Transporte:

• Redução imediata da tarifa do ônibus, para R$ 2,00;

Passe Livre para os estudantes

• Implantação do Bilhete Único Metropolitano.

• Instalação da Câmara de Compensação Tarifária para manutenção do

transporte 24h por dia.

• Implantação de transporte público estadual de qualidade, que

assegure mobilidade urbana e tranqüilidade aos usuários;

• Desoneração do ICMS incidente sobre o Diesel que hoje é de 17%,

um dos mais altos do País.

• Quebra do monopólio das linhas de ônibus;

• Pela implantação do controle eletrônico das passagens, com a

implantação do Caixa Único do sistema;

• Mudança do desenho do sistema de transporte no Pará, com foco no

transporte fluvial e hidroviário, inclusive o uso de hovercraft na Ilha do

Marajó;

• Derrocada do Pedral de Lourenço;

• Conclusão urgente do sistema BRT e construção de vias alternativas

como a continuação da Av.. João Paulo II.

• Pela regulamentação urgente dos Mototaxistas em Belém.

Cultura

• Pela Lei de criação do Sistema Estadual de Cultura, e

• Pela efetivação imediata da Lei Valmir e do Sistema Municipal de

Cultura.

Educação:

• 10% do PIB para Educação;

• 75% do Fundo Pré sal para Educação;

• Acelerar a municipalização da educação garantindo o acesso a creche

ou pré-escola na rede pública para crianças de zero a seis anos, nas

áreas urbanas, ribeirinhas e rurais, prestando serviços de qualidade

e retaguarda de transporte escolar, lavanderia pública, restaurante

comunitário;

• Garantir a construção de escolas nas comunidades ribeirinhas, rurais

e quilombolas, principalmente para a educação infantil e anos iniciais

do ensino fundamental (Decreto PR 7.352/2010);

Saneamento:

• Execução do protocolo de manutenção das obras da bacia do Una e

manutenção periódica das demais bacias hidrográficas de Belém.

Qualidade Serviço Público:

• Valorização do servidor público;

• Realizar Concurso Público para recomposição do quadro de

trabalhadores do serviço público e combatendo a precarização;

• Implantação de Plano de Cargos Carreiras e Remuneração - PCCR

para os servidores públicos;

• Nomeação dos concursados

Direitos da Mulher:

• Combate à política do ICMS que penaliza o estado do Pará;

• Criação da Secretaria Municipal Especial de Políticas para as

Mulheres;

• Melhoria das condições para funcionamento (recursos humanos,

materiais e financeiros) da Coordenadoria da Mulher de Belém;

• Garantir a participação dos conselhos e movimento de mulheres na

elaboração e monitoramento das LOA, LDO e no PPA municipal;

• Recomposição do Conselho Municipal da Condição Feminina de

Berlém - CMCF com a participação dos movimentos de mulheres

Reformas Estruturantes:

• Contra o PL 4330 – Em combate às terceirizações;

• Reforma Agrária e Federalização dos projetos de Assentamento

Mártires de Abril e Elizabete Teixeira;

• Reforma democrática da mídia – Controle social;

• Fim do Trabalho Escravo;

• Pela Aprovação da PEC 300.


Atenciosamente e no aguardo de sua resposta,

CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL - CTB
CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES – CUT
FORÇA SINDICAL
UNIÃO GERAL DOS TRABALHADORES - UGT
NOVA CENTRAL SINDICAL DOS TRABALHADORES - NCST
CSP – CONLUTAS
CGTB – CENTRAL GERAL DOS TRABALHADORES DO BRASIL
CSB - CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS

DIEESE/PA

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dia Nacional de Lutas






A Central Única dos Trabalhadores - CUT e a s demais centrais sindicais irão às ruas amanhã (Quinta-feira -11), no Dia Nacional de Lutas, para defender os interesses e a pauta da classe trabalhadora. Cidades de todo o país, principalmente das regiões metropolitanas e capitais, terão atos, paralisações, atrasos na abertura de agências bancárias e na entrada nas fábricas. Algumas categorias, como rodoviários e metroviários, farão greve. Aqui em Belém do Pará, a concentração está marcada para as 07h30min h na Praça D. Pedro, em frente à Prefeitura Municipal de Belém, no Ver-o-Peso. Contamos com o apoio de todos os trabalhadores. Vamos para a rua.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Latifúndio Midiota será lançado no Fórum Social Temático de Porto Alegre



Livro que denuncia “crime$, crise$ e trapaça$” da mídia será lançado, hoje, dia 27 de janeiro, na Tenda das Centrais Sindicais


Livro inaugura o selo Barão de ItararéLatifúndio Midiota: crime$, crise$ e trapaça$, (Editora Papiro), R$ 20,00, livro que inaugura o selo Barão de Itararé, será lançado na próxima sexta-feira (27 de janeiro), no Fórum Social Temático de Porto Alegre, na Tenda das Centrais Sindicais, em frente à Usina do Gasômetro.



Com 130 páginas, o livro traz 20 artigos e reportagens de Leonardo Wexell Severo publicados no Portal do Mundo do Trabalho, nos jornais Hora do Povo e Brasil de Fato, na Revista do Brasil e no site Vermelho sobre assuntos e pautas que foram ignorados ou mascarados pela “grande mídia”, estimulando o debate sobre a importância da democratização da comunicação e a necessidade de um novo marco regulatório para o setor.



Entre outros apontamentos, o encontro do autor com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Yasser Arafat, em Gaza; e a denúncia contra o criminoso apartheid de Israel, incluindo o disparo de balas de aço revestidas com borracha nos olhos das crianças árabes; os desmandos da multinacional Cargill contra os trabalhadores e o meio ambiente e os esforços dos movimentos sociais para “democratizar a palavra”.



Em sua apresentação, a secretária nacional de Comunicação da CUT e coordenadora geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Rosane Bertotti destaca a relevância da obra para quem vê “a comunicação como um direito, que necessita ser assegurado com a adoção de políticas públicas”. “Que a indignação presente em cada uma das linhas deste livro acenda os sinais de alerta para o veneno a que somos submetidos diariamente, e nos desintoxique, fortalecendo o compromisso com a democratização da comunicação, com a luta e a vitória do Brasil e da Humanidade”, acrescentou.



Com o acúmulo de ter feito a cobertura dos Fóruns Sociais Mundiais e Regionais (Caracas, Nairóbi, Recife, Belém, Assunção e Dakar), Leonardo denuncia a campanha desinformativa contra a integração latino-americana e a aliança entre bancos, multinacionais e mídia contra a soberania de países e povos, e sublinha a importância da imprensa alternativa e da conformação de veículos próprios das entidades sindicais e movimentos sociais para o estabelecimento de uma rede para a “disputa de hegemonia”.



De acordo com o presidente do Centro Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Altamiro Borges, “o novo livro de Leonardo é uma arma afiada nas mãos dos lutadores do povo que não se deixam manipular e deformar pelos monopólios midiáticos. É uma honra e alegria participar da publicação deste livro – inaugurando o nosso selo”.



Para o diretor de redação do jornal Hora do Povo, Carlos Lopes, “o livro ajudará o leitor a perceber a luta política e ideológica em torno da comunicação”. “Não consigo conceber maior utilidade para um livro nos tempos em que vivemos”, sublinhou.

Fonte: Cut.org.br

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CUT critica governo dos EUA


Durante a Plenária Estatutária da CUT, no Maranhão, o Secretário das Relações Internacionais da entidade, João Antônio Felício, enfatizou a condenação a agressão criminosa da OTAN contra o país liderado por Kadafi, a Líbia e o jogo de interesses através da mídia.



Para João Felício: “as mesmas potências que jogam bombas na cabeça dos líbios são as que defendem os crimes de Israel”; assim como criticou os Estados Unidos, “que sempre financiou as mais bárbaras ditaduras e que agora vem tentar dar lição de democracia e respeito aos direitos humanos”.

Em visita de solidariedade à Palestina no Primeiro de Maio, lembrou o secretário de Relações Internacionais da CUT, “pudemos ver o grau de opressão e segregação a que é submetido o povo que mora na região há cinco mil anos”. E citou o muro do apartheid, que continua sendo erguido por Israel, e que já tem cerca de oitocentos quilômetros, impedindo a livre circulação e infernizando a vida dos palestinos. “Por isso vamos realizar um grande ato na capital paulista na próxima segunda-feira, para manifestar o nosso apoio ao Estado palestino, livre e soberano. É isso o que esperamos da Assembleia da ONU: que faça justiça”, frisou.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dia Nacional de Mobilização em defesa da classe trabalhadora - CUT


A Central Única dos Trabalhadores (CUT) decidiu realizar um Dia Nacional de Mobilização em defesa da classe trabalhadora, a Executiva Nacional deliberou que era necessário procurar entidades com histórico de luta, mobilização, representatividade e, especialmente, com bandeiras de luta em sintonia com a Plataforma que a CUT formula e pratica desde a sua criação. O objetivo era e continua sendo claro: priorizar a unificação em torno de uma pauta comum entre as entidades e os movimentos.



O Dia 6 de Julho deverá marcar o início das Campanhas Salariais Unificadas da CUT para o segundo semestre, quando o conjunto das entidades CUTISTAS, as nossas categorias, farão um grande embate pelos aumentos reais dos salarários.



A CUT- PA participa deste momento histórico para o Brasil, onde milhares de categorias estarão unidas para defender um país mais justo, livre, capaz de distribuir emprego e renda, promover ganhos reais para todos e priorizar a educação. E fará isso em parceria com representantes dos movimentos sociais como o Movimento dos Mulheres do Campo e da Cidade (MMCC), e a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura (FETAGRI), além de todos os seus sindicatos filiados, que servirão para fortalecer as entidades em luta por melhores condições de vida e de trabalho. Vale ressaltar que o Presidente da CUT-NACIONAL, Arthur Henrique, estará presente no evento.

Dentre as bandeiras desta mobilização, a CUT-PA, foca a importância no combate ao trabalho escravo, a luta pelo financiamento da agricultura familiar, reforma agrária e políticas agrícolas, e principalmente o combate à violência no campo. Para que não haja mais casos de assassinatos de trabalhadores rurais, ambientalistas, missionários, que lutam contra os crimes no campo, contra o crime organizado, para preservar o meio ambiente.



Não estamos exigindo mais do que devemos, estamos exigindo o que deve ser feito. O Pará não pode continuar sendo uma terra sem lei. Chega de Corrupção, de Trabalho Escravo, de Trabalho Infantil! Chega de Prostituição Infantil, de Desigualdade por Raça e Gênero! Chega de Impunidade!


SOMOS DIFERENTES, SOMOS CUT!