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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Crônicas de um Educador de Escola Pública (Livro)

 





📖 LANÇAMENTO!  


CRÔNICAS DE UM EDUCADOR DE ESCOLA PÚBLICA 


Escritor José Ribamar Lira de Oliveira 


Memórias, Lutas e Resistências na Educação que Transforma


Um relato verídico da educação na Amazônia.  


Histórias de luta, esperança e transformação.


*R$ 50,00* | Envio para todo Brasil 🚚  

Peça pelo WhatsApp: *(91) 98499-6619*

domingo, 12 de julho de 2026

Crônicas de um Educador de Escola Pública - Lançamento de Livro

 



Flay de Lançamento


No último dia 07, foi lançado o livro Crônicas de um Educador de Escola Pública, com apresentação do historiador, poeta, escritor e membro da Academia de Letras de Ananindeua - ALANIN José Ribamar Lira de Oliveira, autor do livro; o prefácio da professora e mestra Marina de Sousa Costa, a primeira orelha do escritor AroDinei Gaia e a segunda, do publicitário, poeta e escritor Nailson Guimarães e o posfácio do professor, escritor e doutor Edilson Pantoja; pela LiterAmazônida Editora e Livraria Eletrônica, em São Luis do Maranhão. Em Belém do Pará, o lançamento acontecerá no dia 29 de agosto próximo, às 17h, na Feira de Livros, Hangar, no Stand Autores Paraenses. O lançamento do livro aconteceu no Sebo Livraria do Arteiro, na capital maranhense, com presença de amig@s, familiares e convidad@s. Após apresentação do livro pelo autor, a palavra foi franqueada para o público presente com perguntas e considerações, sessão de autógrafos, sorteios de camisas com capa do livro, coquetel no local do lançamento e comemorações no Centro Cultural de São Luis e na Churrascaria Ferreiro Grill. O Autor agradece tod@s que participaram do lançamento. O evento foi um sucesso.


Capa do Livro


Segundo o historiador, cordelista, escritor e compositor AroDinei Gaia:  Nesta obra que hora o escritor Ribamar Oliveira presenteia a literatura paraense, narra as aventuras do protagonista Abir Arievilo nas andanças pelo interior do Pará na majestosa missão educacional pelo Sistema Modular.

Personagem e autor se fundem em um mesmo protagonismo.

Ribamar Oliveira e Abir Arievilo, são os mesmos personagens que, por anos protagonizaram o ensino nos mais longínquos cantos do interior paraense, na sacerdócia missão de levar educação para o povo amazônida.

            As experiências educacionais reais do autor e a vivência do personagem revelam, por meios de crônicas, a gigantesca contribuição do mestre Riba na educação paraense, seja nas águas, nas florestas, nas estradas ou na área urbana. Sua formação como historiador contribuiu para a afirmação identitária, para o revisitar da memória, a valorização cultural e o registro da história de nosso povo, é a história das mentalidades.

            Ribamar se aposentou, deixou o SOME? Ora! Nunca. Ele se levantou da rede do descanso merecido para continuar defendendo o gigante do norte através de sua caneta e das teclas de seu computador. Riba e Abir continuam na ativa, servindo como fonte para pesquisadores, vigilante das proezas moduleiras e, principalmente, produzindo seus textos e descortinando para o mundo, por meio da literatura, as façanhas educacionais da maior política de inclusão educacional de toda a Amazônia, quiça do país.

           


Exposição sobre o Livro


Já para o publicitário, escritor, poeta e membro da Academia de Letras sde Ananindeua - ALANIN, na segunda orelha do livro diz o seguinte: Este livro, é mais que um relato de experiências: é um testemunho de coragem, sacrificio e dedicação de um professor que fez da educação sua missão de vida.
           Aqui encontramos a luta incansável deste mestre, por uma escola pública de qualidade, enfrentando desafios cotidianos com firmeza, sacrifício e esperança. 
                Meu querido amigo Ribamar é confrade da Academia de Letras de Ananindeua(ALANIN), um verdadeiro companheiro de batalhas, que transformou suas vivências em palavras que inspiram e fortalecem todos nós.
               Sua trajetória mostra o peso dos sacríficios pessoais e profissionais, mas também a grandeza de quem acredita que ensinar é um ato de resistência e amor.
          Nós, que fazemos parte do processo de construção final deste livro, sentimos orgulho em compartilhar essa jornada e em ver nascer uma obra - que não apenas registra memórias - mas também reafirma o compromisso coletivo com a Educação de qualidade.



Apresentação do livro pelo autor


Aos leitores e leitoras interessad@s em adquirir, entrar em contato com o autor ou com a Editora LiterAmazônida e Livraria Eletrônica.



Sr. Waldemar e esposa com livro



Sra. Fátima Sarmanho adquiriu seu livro



O Livreiro Arteiro com Livro



Maria Clara adquiriu seu livro



Sra. Lucidéia adquiriu um livro


Profª Marluce com seu livro




Sr. Fernando adquiriu o Livro


Autografando



Sra. Manuela foi sorteda com uma camisa



O autor com os presentes


O autor e esposa




O autor com os presentes



Local do Lançamento


segunda-feira, 18 de agosto de 2025

AMAZÔNIA: 28ª Feira Pan-Amazônica do Livro e suas Multivozes ( Lançamento de Livro)

 

Convite



Ontem, dia 17/08/2025, domingo, em Belém do Pará, na 28ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, foi lançado o volume III, da Coleção Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: o Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME. 



Convite



Livro produzido por ex-professores, ex-alunos, alunos, pesquisadores e professores do Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME e organizado pela Professora Marina Costa, professores Sérgio Bandeira e Ribamar Oliveira, editor do Blog do Riba. O Volume III da coleção "Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: o Sistema de Organização Modular de Ensino" conta com a participação, além dos Organizadores, de Autores como Carlos Alberto Prestes, Flávio Figueredo Santos Filho, Agenor Sarraf Pacheco, Altelmara de Sousa Silva, Luciandro Tássio Ribeiro de Sousa, Tânia Suely Azevedo Brasileiro, Luiza Cardoso de Melo, João Paulo da Conceição Alves, Gevanildo dos Santos Silva, Auristeles de Sousa Silva, Edinilson Sérgio Ramalho de Souza, Cláudia do Socorro Carvalho Miranda, Iorque Garcia Filgueiras e Francisauro Fernandes da Costa.



Estande no Hangar



A 28ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes que começou no sábado e neste segundo dia, em um domingo ensolarado e alegre, logo nos foi enfatizado um ambiente para as inúmeras e diversificadas atividades, apresentações e livros à disposição dos leitores e leitoras que andam nos corredores procurando temas de seus interesses. Um evento grandíssimo e belo que faz a gente refletir o contexto de tanta peregrinação dos profissionais liberais, estudantes, pesquisadores,  escritores e público em geral.  Local de encontros e reencontros entre pessoas e amig@s! As imagens retratam a grandiosidade da 28ª Feira, no Hangar - Centro de Convenções.



Livros nas estantes


Ribamar Oliveira, Marina Costa e Sérgio Bandeira - Orgs.




Presença de amig@s e familiares no Lançamento do Livro



Jussara Sofia no Lançamento


Ilaci Júnior presente no Lançamento



Entrevista na Tv Educativa - 7.2





Autográfo para o leitor



Visão geral da Feira, ontem, pela manhã



Organizadores com leitor Alim


Organizadores com Prof. Gilberto Garcia e Neto


Organizadores com os Profs. Lucideia e Valdivino


Organizadores na arrumação do lançamento


Organizadores com Prof. Gilberto



Professores e leitores do Livro no lançamento


terça-feira, 12 de agosto de 2025

Doação de Livro para Biblioteca do Campus de Abaetetetuba (UFPA)

 





O volume III da Coleção Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: o Sistema de Organização Modular de Ensino foi doado para Biblioteca Professora Conceição Solano, Campus de Abaetetuba, Universidade Federal do Pará - UFPA pelo Professor Sérgio Bandeira do Nascimento, um dos Organizadores, juntamente com os professores Marina de Sousa Costa e José Ribamar Lira de Oliveira.





Desde o lançamento do volume I em 2020 e do volume II em 2022, os Organizadores têm realizado a doação dos volumes para bibliotecas públicas do Estado do Pará, proporcionando acesso as leituras, pesquisas e estudos para acadêmicos que não possuem condições de adquiri-los.





O Volume III da coleção "Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: o Sistema de Organização Modular de Ensino" conta com a participação, além dos Organizadores, de Autores como Carlos Alberto Prestes, Flávio Figueredo Santos Filho, Agenor Sarraf Pacheco, Altelmara de Sousa Silva, Luciandro Tássio Ribeiro de Sousa, Tânia Suely Azevedo Brasileiro, Luiza Cardoso de Melo, João Paulo da Conceição Alves, Gevanildo dos Santos Silva, Auristeles de Sousa Silva, Edinilson Sérgio Ramalho de Souza, Cláudia do Socorro Carvalho Miranda, Iorque Garcia Filgueiras e Francisauro Fernandes da Costa.


Com as publicações dos três volumes e doações pelos Organizadores e Autores, tem ampliado os novos estudos em diversos temas tendo o SOME como foco de estudo e possibilitando visibilidade dessa importante política pública da Amazônia paraense, que completou 45 anos, atendendo os filhos dos camponeses, quilombolas, indígenas, assentamentos, extrativistas, ramais, estradas e ribeirinhos 


Interessad@s em adquirir, entre em contato com os Organizadores e Autores. 


terça-feira, 15 de abril de 2025

Sistema Modular de Ensino no Estado do Pará: 45 Anos de Lutas e Conquistas

 


                                   Geandre Cavalcante 

                                   Ribamar Oliveira 


                           I

Nasce um sonho, um projeto a brilhar,

Quarenta e cinco anos de história a contar,

No coração do Pará, floresce o Modular,

Com professores, guerreiros prontos a ensinar.


                       II

Das entranhas da terra, em várias cidades,

Nova Timboteua e Igarapé-Açu, a brilhar,

Curuçá e Igarapé-Miri trazem realidades,

Onde a educação planta sonhos, faz flutuar.


                     III

Professores Itinerantes, voando sem temor,

Levando saberes ao abismo e ao altar,

Transformando vidas com amor,

Um legado que pulsa, sempre a ecoar.


                      IV

Histórias que ecoam nos sussurros da brisa,

Vivências que nas veias se entrelaçam,

Os poetas rabiscam memórias da lida,

Em ônibus, avião e rabetas, se abraçam.


                       V

Na luta cotidiana, os Educadores se levantam,

Punhos erguidos contra o CEMEP feroz,

Coragem que avança, as dores quebrantam,

Revogando leis que sufocam a voz.


                     VI

O SOME, farol que guia a jornada,

Ecos de esperança que a educação traz,

Nos movimentos que ecoam, a luta é sagrada,

Plantando a labuta, sem olhar pra trás.


                    VII

Celebremos a história, a vitória cativa,

De um sistema que educa e transforma a paz,

No Pará, cada passo, uma conquista ativa,

Quarenta e cinco anos de luta que nos faz.


                     VIII

Que venham mais anos de luta e aprendizado,

Com amor e garra, erguendo o amanhã, com nossa mão,

O Modular é um legado, nosso fado,

A força da educação, que nunca será em vão.

domingo, 16 de fevereiro de 2025

Ocupação da Resistência e a Solidariedade

 





 

Durante os 32 dias de ocupação da resistência na sede da Secretaria Estadual de Educação do Estado do Pará – SEDUC/PA, em Belém do Pará, por povos originários, de mais de 15 etnias, com apoio de ribeirinhos, quilombolas, camponeses e professores da rede pública estadual foi marcado pelo ato de solidariedade, que é um movimento também de resistência de várias entidades, instituições, partidos progressistas, movimentos sociais, populares e organizações sociais tanto indígenas, como não indígenas.   

 




Vale ressaltar que, o movimento de ocupação da resistência ou revoga, mesmo com toda organização, planejamento e estrutura que pensavam que ficariam poucos dias no chão da ocupação, já achavam que o representante da oligarquia Barbalho assinaria logo a revogação da Lei 10.820, que prejudicaria a educação nos rincões do Estado e a exoneração do Secretario Estadual de Educação Rossieli Soares fossem logo assinados pelas pressões de mobilizações que foi organizado pelo movimento, como a ocupação do prédio da sede da SEDUC, os bloqueios das estradas, greve dos professores do Estado, apoio de entidades e instituições da sociedade civil entre outros mecanismo duraram 30 dias.

 



Como se manter durante esse período, principalmente, com o inverno amazônico, muita chuva, carapanã, falta de água nos primeiros dias, falta de energia, já que foi cortada no início do movimento, sem camas, praticamente sem redes, lençóis, com poucas barracas e alimentação básica para sobrevivência durante os dias que ficariam reivindicando uma educação digna e melhor para a sociedade paraense.

 


A sociedade civil organizada estadual, nacional e internacional com a experiência dos povos originários e apoio de diversos seguimentos fez suas análises críticas e positivas do maior movimento de resistência do Estado do Pará nos últimos anos, então, resolveu se solidarizar e dando importância maior, já que tanto o Executivo estadual e a Assembleia Legislativa tinham aprovado a Lei 10.820 prejudicando o ensino e direitos conquistados pelos educadores estaduais.  

 


Com a estrutura e conjuntura para o suporte necessário as pessoas que estavam participando ativamente do movimento, a solidariedade das pessoas, entidades, instituições, partidos progressistas, intelectuais, artistas, entre outras, começaram a contribuir financeiramente e trazer ou mandar materiais de higiene, alimentação, barracas, redes, lençóis, roupas para as crianças, mulheres e homens, material pedagógico para utilização no espaço para as crianças entre outros para ajudar.




Alessandra Korap, uma das lideranças do movimento de ocupação da resistência, diz o seguinte em uma de suas redes sociais: Foi um mês dormindo no chão, foram dias de resistência  de enfrentamento que muitas vezes era silenciosa, mas que o apoio que ganhamos foram bastante, apoio com remédio, água, brinquedo, roupas e tantas outros materiais que as vezes não acreditava que estava acontecendo, pra nós é estranho esse todo carinho (...).

 


Como movimento muito bem articulado e organizado do revoga, a solidariedade como resistência contribuiu bastante para o sucesso e conquista da revogação da Lei 10.820 e pode ter certeza de que qualquer movimento e mobilização dos trabalhadores, povos tradicionais e povos originários sempre terão nossa solidariedade e apoio. Mesmo com uma sociedade capitalista, individualista e só pensam em lucros, uma parte significativa da sociedade começa a se humanizar e as doações foram frutos que vem da alma, da consciência e do espírito coletivo. Solidariedade para todos que lutam por uma sociedade melhor e autodeterminação dos povos.

 



O sangue cabano ferve nas veias dos amazônidas!