EM BELÉM, professores do SOME revoltados com o formato da lotação para o
ano letivo 2014.
Professores do SOME de Acará, Igarapé-Miri, Moju e Abaetetuba promoveram
um apitaço nos corredores da Seduc, solicitando uma audiência com o
secretário-adjunto, Licurgo Peixoto, o que está previsto para sexta-feira às
10h, na Seduc.
AINDA FALAM EM
QUALIDADE NA EDUCAÇÃO!
Em Cametá, na
reunião do dia 24, segunda-feira, para conhecimento da lotação do SOME da 2ª
Ure, professores de Cametá, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba e Baião se revoltaram,
também, com o formato da nova lotação, que troca os professores de um município
para o outro, ocasionando uma série de problemas:
1. Cametá, por
exemplo, não dispõe de casas nas ilhas para alojar os professores, o que os obriga a fretarem barcos para ir e voltar do trabalho. Cs
professores que residem em Cametá fazem isso, mas como ficariam os professores
que residem em outros municípios?
2. O modelo de lotação anterior, feito por
municípios, foi criado, justamente, no primeiro governo de Jatene, pela secretária
de educação da época, que objetivava com o modelo de lotação fazer com que os
professores que residissem no próprio município pudessem atuar no SOME daquela
região. Isso, inclusive, abriu precedentes para que muitos prefeitos se
desobrigassem de assinar o convênio que garantia alojamentos para os
professores. Foi o que aconteceu em 2004 em . Por que a mudança agora?
3. Os professores de Cametá, que saírem para atuar
no Some em Baião, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, com certeza, irão encontrar
menos problemas de alojamento nesses municípios, mais ou menos, dispõe de casas
para os professores. MAS os que vierem para atuar no Some das ilhas de Cametá,
principalmente, vão se alojar onde? Nas ilhas não existem casas fornecidas pela
Prefeitura nem pelo Estado, disponíveis para alojar os professores. Então, os
professores ficarão de penetras na casa de moradores?
E AINDA FALAM EM INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO!
Fonte: APSICA (Prof. Arodinaldo Gaia)