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terça-feira, 2 de agosto de 2016

A construção pedagógica do SOME no Estado do Pará (Possibilidade possível) I Parte




 Introdução


Desde que foi criado no Estado do Pará, o Sistema de Organização Modular de Ensino – SOME, em 1980, tem sido uma referência e alternativa, enquanto ensino médio. No geral, o ensino médio, tem passado por várias dificuldades e o Sistema Modular não foge desse contexto.


O nosso objetivo neste estudo, é fazer com que traga a fomentação do debate e uma possibilidade possível de proposta pedagógica para esta modalidade de ensino.


Compreender o SOME no Estado do Pará


Entender a educação como um todo, precisa dizer que a educação escolar diante do contexto vivenciado e das leituras feitas e refeitas é um desafio para os elementos envolvidos, desde o porteiro da Escola até o Ministro da Educação.  Nos últimos trinta anos, o sistema educacional expandiu no país de forma vertiginosa e produtiva, onde consolidou através da Lei 9394/96, atendendo a população tanto na esfera municipal, como estadual e federal.



O SOME quando foi criado tinha como principal objetivo atender os alunos da zona rural, onde não tinham condições de se deslocar para os grandes centros para a obtenção do ensino médio. Mesmo durante esse período de construção e criação do SOME, ele seria um entreposto para o ensino regular, não possuindo identidade própria, onde permaneceu até 2014 como um projeto da Secretaria Estadual de Educação – Seduc. A partir daí, torna-se uma modalidade de ensino, idealizado por muitos educadores lotados, ao mesmo tempo, em que o ensino médio em geral possuía como característica a preparação para o vestibular.   Logo, podemos ressaltar que nesta mesma perspectiva o distanciamento do mundo de trabalho que poderia ser oferecido para os nossos alunos; assim como diversas possibilidades para o aprimoramento. Isso é importante mostrar essas necessidades que seriam demandas da juventude que estudam, principalmente, dos alunos do SOME, que são da zona rural.

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