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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Transtornos em usuários de balsas







Os transtornos provocados pela falta de pontes em alguns rios do estado deixam a população preocupada.







A longa espera é um desses transtornos que a população enfrenta aos sábados e domingos, principalmente na balsa em Penha Longa, que serve como travessia entre os Municípios de Vigia e Colares.




Ontem, o fluxo foi grande de pessoas com destinos para os balneários e praia em Colares, além do Círio. Mesmo com duas balsas dando o suporte, recebemos muitas reivindicações dos usuários. Entre elas, temos a construção de uma ponte, que resolveria todos os transtornos; assim como a travessia de Inhangapi e Bujaru.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

São Luís, MA: Saudades de uma terra inesquecível







Tive oportunidade de observar e repensar, na cidade de São Luís, do Maranhão, considerada Patrimônio Cultural da Humanidade, o projeto europeu metropolitano do século XVI e XVII para a Amazônia.






Sendo a capital do estado e batizada do século XIX para o século XX,  de "Atenas Brasileira", São Luís trás traços marcantes da arquitetura europeia, como podemos perceber nas imagens.







Foi fundada no dia oito de setembro de 1612. Sua localização estratégica, segundo os Tupinambás foi na Ilha de Upaon-açu, que traduzindo significa "Ilha Grande", no oceano Atlântico entre as principais baias de São Marcos e São José de Ribamar.






Além de Florianópolis e Vitória, São Luís é a única cidade brasileira que foi fundada pelos franceses e fica numa Ilha.






Os Tupinambás eram aliados dos franceses que foram expulsos pelos portugueses, sob o comando de Jerônimo de Albuquerque.






Interessante, ressaltar que esta cidade já esteve sob poder, também,  dos holandeses, de 1641 a 1644, sendo a base da economia os principais produtos, como: Tabaco, cacau e cana-de-açúcar.







A base das fachadas das casas e sua arquitetura construídas nos séculos XVII, XVIII e XIX são neoclássico. Mesmo sabendo, que a arquitetura portuguesa é forte, encontramos em uma ou outra casa a presença da influência indígena, até muito mais que do negro, que fora a base da mão de obra.





Um dado importante para o resgate, que uma de suas peculiaridades, é sem dúvida o desenho urbanístico regular, apesar do terreno acidentado. O patrimônio histórico preservado me deixou abismado, perplexo e com algumas perguntas e questões, principalmente o Projeto Reviver, o que não temos em Belém do Pará. 




A terra de Ana Jansen, considerada "Rainha do Maranhão" é sem dúvida linda.





















































































sábado, 6 de dezembro de 2014

Vias de escoamento da produção no Pará




Interessante, algumas provocações que não é possível se calar. As vias de acesso de escoamento e distribuição da produção da economia do estado do Pará. Para determinadas regiões e produtos são privilegiadas, outras não tem o mínimo de apoio dos órgãos públicos e competentes, como na região do nordeste paraense.






Sabemos, muito bem, que sojeiros, empresas que trabalham com Dendê e mineração são beneficiados com melhores condições de ramais e estradas de distribuição  e escoamentos de seus produtos.







Vejam essas imagens do nordeste do estado do Pará, como são tratados os pequenos agricultores, que tem como base em sua economia,, a plantação da mandioca.





Esse saltimbanco da educação, enfrenta esses sufoco, expectativas e perigos constantes durante seu deslocamento para seu trabalho.






Isso, também dificulta nossa economia, já que o pequeno agricultor fica sem vender sua mercadoria, pela dificuldade de achar comprador, já que os ramais não deixam entrar veículos.







Precisamos de governantes que olhem, o lado carente de nossa economia.









sábado, 29 de novembro de 2014

XXI Congresso Estadual dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará - III Parte








No terceiro e último dia do XXI Congresso Estadual dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, foi marcado pelo clima caloroso e acirrado entre os membros que defenderam as resoluções.










Pela parte da manhã aconteceu a inversão de pautas, ficando com o primeiro momento, a mesa sobre a Reforma Estatutária.













Foi no início das discussões que os ânimos se acirraram e ficaram calorosos, quando não havia consenso entre o grupo majoritário, coordenado pela Ação Popular Socialista - APS, corrente sindical ligada ao PSOL e outros grupos políticos, como Lutar para vencer – oposição cutista, corrente sindical ligada ao PT, Sintepp de cara nova, ligada ao PC do B, grupo de estudo “Luta Educador”, ligada ao PSTU que defenderam quanto a votação para o retorno da subsede em Belém do Pará.  O grupo majoritário entendia que a votação deveria ser baseada no Estatuto do Sindicato, o que não concordaram as outras resoluções contrárias, já que as outras votações estavam sendo feitas através de contrastes visuais, ou seja, maioria simples. Portanto, o segundo grupo entendia que a votação deveria ser política e não passando por 2/3, conforme rege o Estatuto. 







A primeira mesa foi desfeita pelo fato de não conseguirem segurar a plenária. Com a segunda mesa, aconteceu as defesas as favor do retorno da subsede e as defesas contrária, defendida pelo grupo que tem trinta e quatro anos o Sintepp na mão, ou seja não querem perder o osso. Após as defesas, foi feita a votação por cráchas. Prevalecendo o que defendia o grupo autoritário e majoritário do congresso, onde a votação deveria ser regido pelo Estatuto, a votação foi de 313 votos a favor da abertura da subsede e 276 votos votos contrário o retorno da subsede. Portanto, o grupo que defendeu a volta da subsede teve 53% dos votos; enquanto o grupo que não desejava a volta da subsede obteve 46% dos votos. Mesmo com a vitória em votos dos congressistas, teria que ter 66% dos votos, é o que diz o Estatuto. Logo, a necessidade dos trabalhadores em educação, que atuam em Belém vão permanecer sem sua subsede.








Para alguns congressistas, aconteceu uma nova derrota para o grupo majoritário, sob a coordenação da APS, já que manobrou a mesa na discussão sobre a reabertura da subsede em Belém do Pará, quando a decisão cabia em maioria simples, que seria decisão da plenária, logo o grupo majoritário saiu desgastado da direção, fortalecendo a oposição, já pensando nas eleições de 2015  Após o almoço, o plenário esvaziou. 







Um número significativo de trabalhadores deixou de participar, voltando para seus municípios.








O congresso teve 1.110 inscritos, com 48 convidados.






Com o Congresso, os trabalhadores em Educação saíram fortalecidos para enfrentar as lutas que virão.