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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Sistema de Organização Modular de Ensino - Some







Durante a Sessão Especial, pela parte tarde, realizada pelos mandatos populares e democráticos dos Deputados Petistas Carlos Bordalo e Dirceu Tem Caten, foi debatido a proposta do governo estadual de implementação do Sistema Educacional Interativo – SEI, em   substituição    do     Sistema       de Organização Modular de Ensino – SOME, na Assembleia Legislativa do Estado do Pará – Alepa.  A Sessão foi uma solicitação dos Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará – Sintepp aos Deputados Petistas que acataram o pedido, culminando nessa Sessão positiva.







Segundo o Blog do Deputado Estadual do Pará, Carlos Bordalo, enfatizei que  “Estão desumanizando o processo educacional no Pará. Não é por menos que temos os piores resultados no Ideb, tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. Estou há 20 anos na zona rural, e é muito triste perceber que a gente luta tanto, e a educação está um caos”, criticou. “Nós, que vivenciamos a realidade do interior do Estado, sabemos a diferença. A concepção modular é uma política pública do Estado, veio por meio de muita luta para a incorporação da gratificação no contracheque, e agora continuamos lutando para manter uma política de valorização da educação pública”, disse ele, questionando como seria a seleção e qualificação do quadro docente para atuar no SEI, além da infra-estrutura, como a garantia de energia elétrica e internet a comunidades mais afastadas. 


A Sessão Especial de hoje, foi mais um momento de construção do movimento de resistência dos educadores do Some.





O próximo, será no II Seminário Estadual do Some, que acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de novembro. 






Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME












Na defesa de uma educação pública, de qualidade e presencial, estamos aguardando todos, na Assembleia Legislativa, hoje, às 14:30 hrs.


domingo, 22 de outubro de 2017

"Ser Professor e não lutar é uma contradição pedagógica" Paulo Freire









Os trabalhadores em educação pública do Estado do Pará, ficaram por vinte e dois dias em greve, em virtude de uma série de fatores, entre eles: o não pagamento do piso nacional, estrutura física das escolas, entre outras, por parte do governo do Estado. 






A categoria buscou várias alternativas de mobilizações, para mostrar que se encontra sendo explorada. 





As imagens retratam as ações dos trabalhadores, em todo o Estado.






























terça-feira, 10 de outubro de 2017

Nota do Fórum Estadual de Educação do Pará




A pressão dos educadores do Some aos conselheiros do Fórum Estadual de Educação, propiciou à Nota do mesmo. O ponto de pauta gerou debates sobre a implantação do Sistema Educacional Interativo – SEI e a extinção do Some, foi polêmico, provocativo e dinâmico, com à participação efetiva dos educadores que defendiam a maior política pública do Estado do Pará. Na verdade, o FEE, não possui o poder deliberativo, que fica com a Secretaria Estadual de Educação – SEDUC, que é executora, sendo o Conselho Estadual de Educação - CEE, órgão que legisla nossa educação no Estado.  A mobilização desde cedo foi grande, por conta da presença de aproximadamente 100 educadores que atuam no Modular, inclusive, com carro som na porta do Senac, na Assis de Vasconcelos com Manoel Barata, em Belém do Pará. Após negociação com uma comissão dos educadores, incluindo o Sintepp, conseguiu transferir a reunião dos conselheiros do FEE, de uma sala isolada, para o auditório, do prédio, onde oportunizou a participação de todos que estava presente, na reunião. O Fórum é formado por várias entidades e instituições da sociedade civil, onde seu principal papel é provocar a discussão em torno da educação. Percebemos, a presença, de Seduc.Pa, Uepa, Ufpa, Sintepp, Cedenpa entre outras. Após a leitura do relatório da última reunião, deu início à reunião com informes e os pontos de pauta. No final foi liberada para inscrições, para reflexões sobre os pontos da pauta. Diante os debates, o Professor da Universidade Federal do Pará Damasceno, apresentou essa Nota, que foi aprovada pelos demais membros, que é a seguinte:

NOTA DO FEE PARÁ

Os membros do Fórum Estadual de Educação em reunião ordinária no dia 10 de outubro de 2017, no que se refere à implantação do SEI - Sistema Educacional Interativo, tendo em vista o inciso IX do artigo 4º da Lei de diretrizes e bases, que estabelece a garantia de “padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem” e outros dispositivos, recomendam fortemente que, antes da implantação efetiva do Sistema Educacional Interativo, a direção da Secretaria de Estado de Educação do Pará;

1.Realize um debate com a comunidade educacional diretamente vinculada ao ensino de nível médio no Estado, buscando incorporar sugestões principalmente a partir de experiências e propostas dos docentes que atuam nas localidades-alvo do referido sistema;

2.Realize um diagnóstico técnico sobre as condições de envio e recepção do sinal da base emissora dos vídeos, das condições físicas e de equipamentos dos espaços onde se desenvolverão as turmas e, principalmente, das realidades e demandas das populações locais e dos adolescentes envolvidos;

3.Realize, em conjunto com instituições públicas de educação superior no Estado, estudos acerca da viabilidade, qualidade e efetividade do SEI como metodologia regular de ensino médio com vistas a sua efetividade como política educacional.



Belém, 10 de outubro de 2017

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Unificados: Estudantes, servidor e professor








Manhã de hoje, em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Pará (ALEPA), em Assembleia Geral, os trabalhadores em educação do Estado do Pará, aprovou por ampla maioria pela continuidade do movimento paredista iniciado no dia 14 de setembro.






As mobilizações e ações motivados pela greve dos trabalhadores em educação possuem vários motivos, entre eles: o não cumprimento da Lei do piso do magistério; a garantia dos 200 dias letivos; reforma imediata nas escolas; fornecimento regular e de qualidade da alimentação escolar; transporte de qualidade para as comunidades mais distantes; enquadramento do pessoal de apoio administrativo e de apoio no PCCR; e pelo fim da violência nas escolas e entorno.









Outras reivindicações fazem parte da pauta de luta da categoria como, a realização de concursos públicos em todas as áreas da educação que tem necessidade de preenchimento de vagas; garantia do gozo de licenças, conforme a Lei, o que não acontece no momento; a defesa e continuidade do Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME;  contra o Sistema Educativo Interativo - SEI e o projeto Mundiar, e contra o assédio moral aos trabalhadores e estudantes que está sendo utilizado pelas direções de escolas, USES e URES, com o objetivo desarticular à  greve.






 As decisões finais da Assembleia, de Hoje, foi:

*Manutenção da GREVE por tempo indeterminado;

*Mobilização nas escolas/distritos/municípios;

*Panfletagem e colagem nas principais vias da cidade;

A assembleia aprovou ainda a seguinte agenda de lutas:

28.09 a 02.10 – Mobilização nas escolas/distritos/municípios

04.10 – Marcha em defesa da educação pública, 9h, conc: TJE (Av. Almirante Barroso)

06.10 – Ato público dos estudantes em apoio a GREVE dos (as) trabalhadores (as) em educação 

pública do Pará, horário e local a definir.




sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Dia Estadual em Defesa do SOME







O dia 20 de setembro que passou, pode-se considerar como um data importante e histórica para a categoria dos educadores e comunidade escolar do Sistema de Organização Modular de Ensino -SOME, uma política educacional da Secretaria Estadual de Educação do Pará - SEDUC.





As mobilizações e ações desse dia, aconteceram em vários municípios, onde o SOME atua. Com alunos. pais de alunos, professores, servidores e entidades representativas, como Sintepp, Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará entre outras promoveram vários atos de repúdio contra a politica do governo do Estado, em tentar implementar o Sistema Educacional Interativo -SEI, em substituição ou expansão do SOME. 






Vários atos foram organizados pela comunidade escolar, em defesa do SOME, entre eles, negociações com os prefeitos, para não aceitarem ou assinarem o convênio de aceitação do SEI, já que com assinatura dos Prefeitos e  Estado, estaria o Some decretado à extinção, defesa do Some nas Câmaras municipais, reuniões com comunidade escolar, passeatas nas ruas dos municípios sedes e em frente de Escolas Sedes, assim como na frente das Unidades Regionais de Educação - Ure. 





Segundo as lideranças da categoria e o Sintepp, os atos foram uma demonstração de força da sociedade civil, contra a política do Governador de querer retirar de sala de aula, o professor presencial em troca pela vídeo, onde precariza, ainda mais, a educação do Estado e privatiza a principal atividade da sociedade humana.