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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Leitores do Livro Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: O SOME ( I Parte )








Entre os leitores do livro lançado recentemente, a Coordenadora Geral do SOME, a Professora Regina Celli e a técnica pedagógica do CESOME, Marilene Maués, a estimada Mary adquiriram os delas. Na imagem com um dos Organizadores, o Prof. Ribamar Oliveira. 




 

Quem também adquiriu o livro publicado que trata do Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME, foi o casal querido de Professores do SOME, lotados na 11ª URE, João Rosivaldo e Hellen Silva.





O ex Professor do SOME Alcir Silva adquiriu um exemplar. Imagem acima com os Organizadores(Marina Costa, Ribamar Oliveira e Sérgio Bandeira).  





O leitor árduo pela literatura, o Prof. José Antônio Medeiros adquiriu seu exemplar. Na imagem com um dos Organizadores do livro.






O casal de professores e amigos Edna Cruz e Carlos Cruz adquiriram o seu para leitura na pandemia. Na imagem com um dos Organizadores e o neto João Pedro.




A ex profª  do SOME e técnica pedagógica Margarida, nossa vizinha, comprou o seu. Na imagem com um dos Organizadores.




Profª Marluce Oliveira, do município de Quatipuru, já começou a fazer a leitura. Na imagem com um dos Organizadores. 




O casal de professores do SOME, Norma Suely e Hailton Nunes, já estão de posse do livro. Na imagem com um dos Organizadores.




O casal querido de professores Nonato Bandeira e esposa, já possuem as obras de 16 autores, dividido em duas partes: Relatos de experiências e artigos acadêmicos. Primeiro livro publicado do SOME. O segundo livro da Coleção sobre o Sistema Modular se encontra no forno. Aguardem! 





Profª Danielle Figueredo já se encontra com o dela. Na imagem com um dos Organizadores e seu filho. 







O Prof. do SOME Valdivino Cunha, adquiriu seu exemplar e considerou a publicação importante para educação do Estado. Na imagem, com um dos Organizadores.





Minha companheira de lutas e sonhos, Profª Fátima de Oliveira, adquiriu seus exemplares e também para presentar alguns colegas. 







O ex Prof.  do SOME Gilmar, foi um dos primeiros que adquiriu o livro e parabenizou os organizadores pela iniciativa..







O Professor Adriano Mesquita, do SOME, lotado na URE de Bragança, já possui o seu exemplar.


  




O Professor e amigo Flávio Filho, do SOME, também adquiriu o dele. Na imagem com um dos Organizadores.






A Professora de História Elizete, adquiriu seu exemplar, livro importante para reflexões sobre as práticas educativas. Na imagem, com uma das Organizadoras, Profª Marina Costa.


 


Os Professores do SOME, Cosmo Cabral e Vinícío Nascimento, estão aprofundando seus conhecimentos com a aquisição do livro importante para literatura da educação paraense. Imagem com um dos Organizadores. 


Temos mais imagens dos leitores do livro Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: O Sistema de Organização Modular de Ensino. Na próxima postagem sairá a II Parte dos leitores do livro.Aos interessados em adquirir, entre em contato com os Organizadores. 

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

FOLHA DE JORNAL


                      *Prof. Carlos Alberto Prestes


Certas coisas são difíceis de esquecer. Mas esquecemos de muitas coisas, naturalmente, porque nossas memórias não podem guardar tudo. Informações relevantes, que sejam de algum modo, importantes para nós, separamos e preservamos a um canto de nossa mente. Informações supérfluas, rotineiras, que, talvez, não contribuam para nada em nossa vida, rapidamente esquecemos.



Por que nos enchemos de tantas informações? Para que elas servem? Apenas para sabermos? Acho que, mesmo as informações consideradas supérfluas, têm contribuído muito para o nosso crescimento, assim como as relevantes.



O que seria de nosso dia-a-dia sem as notícias passageiras? Elas são como as ondas do mar: vão, mas retornam ao mesmo lugar. Retornam porque elas se repetem no nosso cotidiano. “Policial é morto quando chegava a sua casa!”, “Dois homens em uma moto executam policial quando saia de supermercado!”, “Homem é preso depois de bater na companheira!”, “Mulher denuncia marido por maus tratos!”, “Homem é enquadrado na lei Maria da Penha depois de esfaquear sua mulher!”, “Lei Maria da Penha leva pra prisão homem que tentou matar a própria mulher!”, “Homem que matou esposa na porta de casa vai responder por feminicídio!”, “Mulher de 22 anos é morta quando saia do trabalho. O principal suspeito, Jeferson Ferreira, ex-marido de Daiane Ferreira, está sendo procurado e vai responder por feminicídio!”, “Adolescente é morto na rua próxima de sua casa por dois homens em uma moto!”, “Adolescente é morto no Aurá por dois homens em uma moto. A polícia suspeita de execução por divida de drogas!”, “Deputado é filmado pegando uma mala com dinheiro na sala de um empresário!”, “Vereador desviava dinheiro do Bolsa Família para sua conta particular”



Tá vendo como as notícias se repetem? E, na maioria das vezes, são as piores possíveis. Elas se repetem porque refletem o cotidiano. Os jornais, esses feitos de papel, que o jornaleiro vende de porta em porta ou que podemos comprar numa banca de revistas (quando as bancas de revistas vendiam jornais), esse jornal que podemos toca-lo, apalpa-lo, esmiuçar suas páginas, caderno de esporte, caderno policial, coluna social, classificados, notícias internacionais, quadrinhos. Isso, até quadrinhos de desenhos infantis havia nesses jornais. E eu me lembro quando eu e meu irmão mais velho fazíamos histórias de desenhos em quadrinho e mandávamos para ser publicado no O Liberalzinho, que tinha uma seção reservada para futuros desenhistas de quadrinhos. Ficamos muito felizes quando uma de nossas histórias em quadrinhos foi publicada com uma nota: “futuros artistas”. Hoje, só alguns fiéis seguidores ainda continuam comprando e lendo jornais na sala ou na porta de casa. E a maioria são jovens que já estão lá com os seus sessenta anos pra frente. Os jovens de dezoito, vinte, vinte e cinco não querem saber das folhas; eles dizem que não é do tempo deles, que isso já está ultrapassado e só faz acumular lixo. A internet, a era tecnológica facilitou tudo pra eles, basta um click e a notícia está na cara deles, seja que tipo de assunto for. É difícil competir com isso, com essas quantidades de informações instantâneas e extremamente efêmeras que andam pra cima e pra baixo nos celulares.

        


Mas acho que, no nosso tempo, no tempo dos jornais, se lia mais, se aprendia mais. Sim, se aprendia mais porque os olhos buscavam as informações com avidez. Naquelas dez a quinze folhas estavam todas as informações que se deveria saber. E o habito de ler era sempre incentivado cotidianamente. Um jovem do meu tempo tinha conhecimento de vários temas do dia-a-dia que um jovem de hoje, talvez, não tenha percebido. Sabíamos falar sobre esporte, mas também falávamos de política, de corrupção, de eventos sociais, de violência urbana. Isso tudo graças ao senso comum, à noticia comum, que vem das ruas, das histórias reais de um ser humano real.

        


O próprio conhecimento científico especializado, só existe graças à informação supérflua. É a partir do senso comum que se extrai a primeira pista a ser investigada pelo pesquisador, a fim de se chegar a um fato confiável, que possa ser endossado pela ciência.

        


Toda essa conversa de informações relevantes e irrelevantes me fez lembrar uma cena, quando me dirigia por uma estreita rua escura, a uma igrejinha, à qual, no momento, não me lembro do nome, num bairro qualquer da periferia de Belém.

        


Nos meus olhos havia indícios de uma noite estupenda. Quando desviei-os para cima, para o céu, havia um espetáculo me esperando. Sim, parecia que estava à minha espera. As estrelas, no céu, brilhavam tanto, que pareciam querer fazer contato comigo, aqui, neste pedaço de chão, neste asfalto duro que impede o caminho das águas. Milagrosas águas das chuvas, tão peculiares de Belém.

       


Eu andava a passos largos, admirando o glamour daquelas pequenas divindades. E imaginava como podem ser tão belas, tão perfeitas, e, no entanto, não podem falar ou ouvir, gesticular. Mas, logo percebi que as estrelas não necessitam falar ou ouvir, ou gesticular; elas foram feitas para serem vistas, como testemunhas de uma suprema criação. Nós é que temos que falar a respeito delas, de como elas nasceram, como foram parar ali, no alto do céu, sem ninguém para segurá-las. Sim, elas são testemunhas perpétuas de que um ser, cuja existência simplesmente incompreensível para nossas mentes tão pequeninas, tão pouco exploradas, as criou, e a tudo que existe no universo deu nome e significado, deixando a sua assinatura em cada matéria, natureza, átomos, partículas, células, mundos, planetas, seres. Ele se intitula: Deus.

        


Como estava dizendo, eu andava a passos largos, despreocupado e feliz. Sim, feliz, aproveitando aquele momento precioso de felicidade, pois creio que poucas coisas temos para admirar nesse mundo, que nos cause, por vezes, um regozijo de esperança. Haja vista, as notícias dos jornais matutinos, desses que são vendidos nos cantos das ruas ou nas bancas de revistas que, na maioria das vezes, enchem a nossa vida de tristeza, de desalento, porque as notícias que chamam a atenção do público são as que falam de morte no trânsito, de chacina nos subúrbios de Belém, de marido que mata a esposa por ciúme, de adolescente que rouba e mata porque queria comprar um tênis de marca igual ao do colega de sala de aula. Essas notícias estão sempre estampadas na primeira página do jornal.

        


Mas o que eu percebo de mais triste em tudo isso é o estado de completa inércia em que as pessoas se encontram. Parece que a morte, a tragédia, a dor fascinam as pessoas, como se fosse algo comum e corriqueiro. Sim, na verdade, tudo isso já é corriqueiro mesmo. E, talvez, por isso, o ser humano tenha passado por uma espécie de anestesia que o fizeram aceitar, pouco a pouco, a morte como senso comum.

        


E deveria ser assim? A morte separa pessoas, amigos, famílias, causa sofrimento, e nos acostumamos com ela, passamos ao lado dela todos os dias, nos aculturamos a esse senso comum.

        


Não! Não deveria ser assim. Não podemos, nem devemos aceitar as misérias do mundo como algo comum.

 

* Prof. Carlos Alberto Prestes - Ex Professor do SOME/SEDUC


domingo, 27 de setembro de 2020

Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: O Sistema de Organização Modular de Ensino






A semana que passou foram entregues o livro Educação na Amazônia em Repertório de Saberes: O Sistema de Organização Modular de Ensino, no Cristo Rei, em Santarém, pela Organizadora do Livro, Profa.  Ms. Maria de Sousa Costa. 



Muitos docentes, lotados no SOME, na região Oeste do Pará, adquiriram o livro, entre eles: Eládio Delfino Carneiro Neto, Glauco Roberto Soares Figueira, Nelma Mary Sousa, Willians Valentim, Graça Pedrosa, Elyne Figueira, Rita Angélica Lourido, Adriane Andrade Tavares, Albanisa Siqueira e Silvia Rocha. Ainda temos vários pedidos desta região.  











Em Belém, uma das autoras do Livro, a Profa. pós doctor Eulália Vieira, entregou para o Professor de Biologia, Arnaldo Lima e sua esposa, Profa. Arlete Paz que adquiriram o livro; assim como o Prof. Esp. Ribamar Oliveira, um dos Organizadores, entregou para o Prof. Carlos Alberto Prestes..




 

Aos interessados em adquirir o livro Educação na Amazônia em Repertório de saberes: O Sistema de Organização Modular de Ensino, entre em contato com os Organizadores: Marina Costa - 91991921516, Ribamar Oliveira - 91984996619 e Sérgio Bandeira 91983020140.

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Uma janela para Alça Viária

 


Quando percorremos os longos 74 kms de estrada e 4,5 kms de pontes da Alça Viária, percebemos uma série de características importantes que retratam a beleza da natureza e também é possível visualizarmos o solo durante o trajeto. Particularmente, isso me é possível quando me desloco para localidades cujo acesso se faz necessário utilizar essa rodovia. Recentemente a tenho utilizado quando me desloco para localidades onde ocorre o funcionamento do Sistema de Organização Modular de Ensino – SOME- nos municípios de Tomé Açu, Concórdia do Pará ou Bujaru, e especificamente nas vilas de: São Raimundo, Tracuateua e São Sebastião, entre tantas outras, com entrada no ramal do Km 24 dessa via. 



No Estado do Pará o Projeto Alça Rodoviário (PAR) representou um novo paradigma nas obras de infraestrutura na região norte devido às ações que contemplaram a variável ambiental. O empreendimento denominado Alça Rodoviário é um sistema constituído de rodovias e pontes, com 66 km de rodovia implantadas e quatro pontes. Estas recobrem os rios Guamá (1.976,80 m), Moju (com 880 m) e Acará (876 m).



E dessa percepção ressalto que algumas áreas de capoeira, em trechos da floresta de várzea, são pequenas extensões desmatadas já pela ação predatória do homem. Percebe-se ainda o predomínio de vegetação secundária ao longo das margens da estrada, esse processo erosivo é influenciado devido a pouca presença de cobertura vegetal, composta por gramíneas e arbustos em algumas partes da área, provocando em determinados trechos da estrada bastante poeira, prejudicando a visibilidade de quem dirige. Existem também áreas que possuem ramais com saídas de caminhões pesados carregados de terra , ou de cascalhos para aterros, muitos utilizados nas áreas degradadas da capital paraense, ou em vicinais que foram se formando ao longo da rodovia por conta da criação de muitas fazendas e empresas com o decorrer dos anos . Outra mudança verificada é o crescente povoamento ao longo da estrada diminuindo a distância entre as comunidades que já haviam na antiga estrada de chão, e as novas que foram se formando. E por todas essas alterações, é notório a mudança climática da via, pois quando passou a ser trafegada no início, ao adentrá-la sentíamos uma baixa na temperatura que se estendia por todo o percurso, o que representava um alívio ao deixarmos o calor que impera na área urbana.



Na tentativa de traçar um paralelo entre a ida e a vinda das localidades acima citadas, enfatizo que ao retornar das mesmas e ao me aproximar da Alça Viária, percebo como se estivesse me aproximando de uma janela , cujo cenário é bem diferente daquele do qual vou me distanciando, já que a velocidade do carro diminui e provoca bastante poeira deixando a vegetação suja para trás, principalmente, neste período de verão. Não sei se é uma janela que vai me trazer alegria e prazer com todas essas mudanças ocorridas, porém, é importante pelo fato de chegar ao chão do asfalto tornando a viagem mais confortável e segura, apesar dos inúmeros perigos que a Alça oferece. 


Texto: Prof. Ribamar Oliveira (Blogueiro)

Revisão: Prof. Flávio Filho (Prof. do SOME)


terça-feira, 22 de setembro de 2020

CULTURA - SOME

 




Modular Notícias recebe livro do SOME


A equipe do Modular Notícias, representada pelo editor Eládio Delfino Carneiro Neto esteve na manhã de hoje, 22/09, no Cristo Rei, em Santarém, para receber a obra Educação na Amazônia  em Repertório de Saberes: O Sistema de Organização Modular de Ensino, organizada pelos professores Marina de Sousa Costa, José Ribamar de Oliveira e Sérgio Bandeira do Nascimento.

O livro, que foi entregue pela professora Marina Costa, é um trabalho coletivo.

"É produto de uma prenhadez em torno de se fazer presente como professores que ousam constantemente em serem pesquisadores, também.", como definem-o os organizadores nos agradecimentos.

Muitos docentes do SOME na região adquiriram a obra: entre eles: Glauco Roberto Soares Figueira, Nelma Mary Sousa, Willians Valentim, Graça Pedroso, Elyne Figueira, Rita Angélica Lourido, Adriane Andrade Tavares e Albanisa Siqueira, Fada Isism Aurinete, entre outros.


Fonte: SOME 40 anos (Grupo WhatsApp). 

Postagem: Professor Eládio Delfino Carneiro Neto.

domingo, 20 de setembro de 2020

Oeste do Pará recebe livro do SOME





A Organizadora do Livro Educação na Amazônia em Repertório de saberes:O Sistema de Organização Modular de Ensino, Profª Marina de Sousa Costa, fez entrega da obra no Oeste paraense. No município de Belterra fez entrega para a Profª Nelma Mary Sousa. 





Em Alter do Chão, o livro foi entregue ao Prof. Glauco Roberto Soares Figueira, que fez questão do autógrafo.





Nas entregas, a Organizadora do Livro do SOME estava acompanhada dos Professores Nonato Bandeira, Daniel, Rui e Angela Meireles, Maria José Viana e Valderina Correa.  





As entregas foram um sucesso, na terça-feira será para quem comprou o Livro do SOME, em Santarém. 




Primeiro livro publicado que trata do Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME, politica pública que atende os alunos do ensino médio nas comunidades interioranas, no Estado do Pará. Já tem previsão de entregas para os municípios de Curuçá e Abaetetuba.

 



 


Aos interessados em adquirir o livro, entrar em contato com os Organizadores:

Marina Costa: 91 991921516

Ribamar Oliveira: 91 984996619

Sérgio Bandeira:91 983020140