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domingo, 12 de julho de 2026

Crônicas de um Educador de Escola Pública - Lançamento de Livro

 



Flay de Lançamento


No último dia 07, foi lançado o livro Crônicas de um Educador de Escola Pública, com apresentação do historiador, poeta, escritor e membro da Academia de Letras de Ananindeua - ALANIN José Ribamar Lira de Oliveira, autor do livro; o prefácio da professora e mestra Marina de Sousa Costa, a primeira orelha do escritor AroDinei Gaia e a segunda, do publicitário, poeta e escritor Nailson Guimarães e o posfácio do professor, escritor e doutor Edilson Pantoja; pela LiterAmazônida Editora e Livraria Eletrônica, em São Luis do Maranhão. Em Belém do Pará, o lançamento acontecerá no dia 29 de agosto próximo, às 17h, na Feira de Livros, Hangar, no Stand Autores Paraenses. O lançamento do livro aconteceu no Sebo Livraria do Arteiro, na capital maranhense, com presença de amig@s, familiares e convidad@s. Após apresentação do livro pelo autor, a palavra foi franqueada para o público presente com perguntas e considerações, sessão de autógrafos, sorteios de camisas com capa do livro, coquetel no local do lançamento e comemorações no Centro Cultural de São Luis e na Churrascaria Ferreiro Grill. O Autor agradece tod@s que participaram do lançamento. O evento foi um sucesso.


Capa do Livro


Segundo o historiador, cordelista, escritor e compositor AroDinei Gaia:  Nesta obra que hora o escritor Ribamar Oliveira presenteia a literatura paraense, narra as aventuras do protagonista Abir Arievilo nas andanças pelo interior do Pará na majestosa missão educacional pelo Sistema Modular.

Personagem e autor se fundem em um mesmo protagonismo.

Ribamar Oliveira e Abir Arievilo, são os mesmos personagens que, por anos protagonizaram o ensino nos mais longínquos cantos do interior paraense, na sacerdócia missão de levar educação para o povo amazônida.

            As experiências educacionais reais do autor e a vivência do personagem revelam, por meios de crônicas, a gigantesca contribuição do mestre Riba na educação paraense, seja nas águas, nas florestas, nas estradas ou na área urbana. Sua formação como historiador contribuiu para a afirmação identitária, para o revisitar da memória, a valorização cultural e o registro da história de nosso povo, é a história das mentalidades.

            Ribamar se aposentou, deixou o SOME? Ora! Nunca. Ele se levantou da rede do descanso merecido para continuar defendendo o gigante do norte através de sua caneta e das teclas de seu computador. Riba e Abir continuam na ativa, servindo como fonte para pesquisadores, vigilante das proezas moduleiras e, principalmente, produzindo seus textos e descortinando para o mundo, por meio da literatura, as façanhas educacionais da maior política de inclusão educacional de toda a Amazônia, quiça do país.

           


Exposição sobre o Livro


Já para o publicitário, escritor, poeta e membro da Academia de Letras sde Ananindeua - ALANIN, na segunda orelha do livro diz o seguinte: Este livro, é mais que um relato de experiências: é um testemunho de coragem, sacrificio e dedicação de um professor que fez da educação sua missão de vida.
           Aqui encontramos a luta incansável deste mestre, por uma escola pública de qualidade, enfrentando desafios cotidianos com firmeza, sacrifício e esperança. 
                Meu querido amigo Ribamar é confrade da Academia de Letras de Ananindeua(ALANIN), um verdadeiro companheiro de batalhas, que transformou suas vivências em palavras que inspiram e fortalecem todos nós.
               Sua trajetória mostra o peso dos sacríficios pessoais e profissionais, mas também a grandeza de quem acredita que ensinar é um ato de resistência e amor.
          Nós, que fazemos parte do processo de construção final deste livro, sentimos orgulho em compartilhar essa jornada e em ver nascer uma obra - que não apenas registra memórias - mas também reafirma o compromisso coletivo com a Educação de qualidade.



Apresentação do livro pelo autor


Aos leitores e leitoras interessad@s em adquirir, entrar em contato com o autor ou com a Editora LiterAmazônida e Livraria Eletrônica.



Sr. Waldemar e esposa com livro



Sra. Fátima Sarmanho adquiriu seu livro



O Livreiro Arteiro com Livro



Maria Clara adquiriu seu livro



Sra. Lucidéia adquiriu um livro


Profª Marluce com seu livro




Sr. Fernando adquiriu o Livro


Autografando



Sra. Manuela foi sorteda com uma camisa



O autor com os presentes


O autor e esposa




O autor com os presentes



Local do Lançamento


sexta-feira, 17 de maio de 2024

Memórias de um professor de escola pública aposentado no Estado do Pará

 





           A escritora e romancista espanhola Rosa Montero em um de seus livros importantes denominado de A Louca da Casa, que mesmo desmemoriada confessa que conseguiu escrever esta obra de reminiscências, "suprindo sua amnésia com uma incrível imaginação", como disse Zuenir Ventura no livro Minhas Histórias dos Outros, mesmo sabendo do fundamental resgate das memórias e histórias de uma sociedade como historiador ou mesmo de uma história de vida. 





           Nós que escrevemos as memórias através dos fatos através das boas lembranças ou pesquisas e mesmo em muitos casos fazer valer com que o esquecimento reveja e repense momentos históricos deixados de lados, buscamos repensar como no dia de hoje uma data considerada para este blogueiro, que completa 35 anos de atuação no magistério na rede estadual.      

        Sendo um educador da área de História, logo que ingressei dois anos antes em escolas particulares e depois na escola pública sempre estava preocupado com os problemas das escolas por onde passei, as vezes sendo o “amigo da escola” para solucionar situações de interesses pedagógicos, administrativos e até políticos relacionados com o ambiente escolar, sendo assim, assumindo responsabilidades por uma educação digna e de qualidade.

        Sempre fui questionador, observador e defensor da categoria dos educadores e alun@s , estava analisando e refletindo no que podia melhorar, às vezes voluntariamente e motivava mais profissionais para seguir seus ritmos de atividades.

     Como educador, sempre me senti realizado, amava o que fazia e diversas vezes recebia o reconhecimento; assim como, encontrava desafios para a concretização de meus objetivos, idealizando projetos eficazes e de intervenções para comunidade escolar. 

         


           Como a memória nos faz rever a relação do passado com o presente, relembrar o dia 17 de maio de 1989, uma segunda-feira, no turno da noite, no município de Terra Santa, dava início a esta atividade profissional lotado no Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME no Ensino Médio, após a apresentação na Unidade Regional de Educação - URE do município de Santarém.




           O Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME está na veia, não podemos negar, que foram 29 anos desenvolvendo nossas práticas educativas nesta política púiblica e como construtor de sonhos ao longo dessa trajetória, foram excelências experiências e trocas de aprendizagens. Essas imagens retratam esta história de vida. 





           Como escola de vida, o SOME tem contribuído para a ampliação do conhecimento nos interiores do Estado do Pará e atualmente com diversos estudos acadêmicos, tem aprofundado as pesquisas em vários aspectos. O Sistema Modular é genuinamente paraense e serve como referência para inúmeros municípios, estados e países. É uma política pública muita questionada e discutida nas faculdades e universidades.  



  

           Como ex-educador e pesquisador do Sistema Modular, podemos afirmar que com esta dimensão territorial de nosso Estado, ainda vai demorar bastante e que esses 44 anos de implantação atendendo os filhos dos trabalhadores rurais, quilombolas, ribeirinhos, assentados, indígenas nos campos paraenses proporcionará excelentes profissionais como tem feito em seus objetivos. 




           E, assim, vamos construindo nossas histórias e nossas memórias!




































domingo, 1 de outubro de 2023

Educação e Rádios Comunitárias

 


        O rádio já foi o principal companheiro do ser humano. Do jovem ao adulto, sempre houve uma enorme apreciação pelas variadas atrações radiofônicas.


       Hoje, mesmo com a era da internet, o rádio ainda mantém uma onda de fiéis seguidores, e se apresenta como um importante aliado no processo de ensino nas escolas.


      Não se pode deixar de lado recursos importantes que venham somar na formação da aprendizagem da nossa juventude no Brasil. Atualmente, se percebe um crescimento desse meio de comunicação de massa, considerado tradicional,  e  que mantém grande audiência diariamente, recebendo telefonemas significativos durante um programa no ar, seja na rádio com poucos recursos de equipamentos,  seja com alta tecnologia, e também,  as rádios de funcionamento na web. 


       Levando em consideração uma educação digna e de qualidade, o educador ou educadora sempre se encontram avaliando e reavaliando a melhor  forma de trabalhar e fazer com que o aluno e aluna gostem de estudar e absorvam, qualificadamente, a dinâmica que envlove do ato de ensinar, o ato de aprender e toda troca de experiência que envolve o processo de ensino aprendizagem. 


        São diversos os recursos que podem ser melhorar a aprendizagem,  entre eles podemos acrescentar a educação integrada com a comunicação. 


       Um educador ou educadora que faz uso das rádios comunitárias como recursos pedagógicos no ambiente de ensino proporciona aos alunos e alunas um recurso inovador e o desbloqueio de comunicação de vários discentes. Essa articulação entre educação e comunicação tem avançado significativamente na educação, em áreas em que o aluno ou aluna tem poucos recursos ou conhecimentos.


       A rádio comunitária, comercial ou a rádio escola, é sim um importante aliado no processo de ensino aprendizagem, basta saber usá-lo para colher os frutos.


AroDinei Gaia é Escritor, Poeta, Professor, Cordelista e Compositor. 


A importância das rádios comunitárias na formação da juventude

 



       Nos últimos anos temos aprendido muitas lições sobre comunicação social, uma delas é que qualquer interação entre pessoas requer criação e construção de diálogos; um segundo ponto central é a criação de informações falsas (“fake-news”), algo tão presente na nossa atual convivência social, por fim, não há como negar a necessidade de construir, via as redes sociais, de instrumentos de diálogo com a sociedade, especialmente nossa juventude.


       As rádios comunitárias e populares constituem um dos mecanismos necessários ao diálogo social.  Isso se percebe com o crescimento de um meio de comunicação de massas considerado tradicional, mas que possui grande audiência e recebe telefonemas significativos durante um programa no ar, seja na rádio com poucos recursos de equipamentos, seja com alta tecnologia, principalmente as rádios de funcionamento na Web. 


       Levando em consideração uma educação digna e de qualidade, o educador ou educadora sempre se encontra avaliando e reavaliando como a melhor forma de trabalhar e fazer com que as alunas e alunos gostem da estudar e absorver qualitativamente a troca de experiências do ensino. São os diversos recursos que podem ser utilizados numa aprendizagem que podemos acrescentar a educação. 


        Um educador ou educadora, que faz uso das rádios comunitárias como recursos pedagógico, proporciona aos estudantes recurso inovador e desbloqueio de comunicação, condição central para formação de cidadãos e cidadãs. 


José Raimundo Trindade (Professor e pesquisador UFPA/PPGE) 

"Sonhar mais um sonho impossível Lutar quando é fácil ceder"

sábado, 2 de julho de 2022

Escola do Campo I

 

                                                               *Carlos Prestes

















*O autor é Poeta e Professor.