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domingo, 31 de março de 2013

Golpe militar de 1964








São quarenta e nove anos que se passam quando as botas dos militares deram o golpe.  Precisamos de uma reflexão profunda e tentar entender um período de violenta repressão e toda a estrutura política que os generais receberam e digladiaram contra os diversos movimentos sociais e populares.


Logo após o golpe militar, tem uma perseguição em massa contra os principais líderes políticos que eram contra o regime, imposto pelas forças armadas, que representavam uma parte da sociedade, inclusive recebendo apoio da Igreja e da elite brasileira. Muitos foram assassinados pelos setores de repressões do regime.


A conjuntura política naquele período retrata um cenário de autoritarismo e total desrespeito a leis brasileiras, sem contar as perseguições aos meios de comunicações.  Com a instalação e consolidação dos militares no poder político, tomam medidas onde são beneficiados, como suspender os direitos políticos dos considerados perigosos e ameaçadores dos militares; dissolveram os partidos políticos, interviu nos sindicatos e associações, proibiu greves e criou o órgão de espionagem denominados de Serviço Nacional de Informações – o famoso SNI.  Além disso, decretaram 68 municípios, como zona de segurança nacional (abril/68). Pode!


Com a campanha Diretas Já, no ano de 1984, onde o principal objetivo era a eleição direta para a presidência da República. Em janeiro de 85, o Colégio Eleitoral escolheria o novo presidente e seria o fim do período ditatorial sob o poder das botas dos militares. O que precisamos é resgatar e consolidar o processo democrático de uma sociedade que é respeitada em todo o mundo.


sábado, 31 de março de 2012

Golpe Militar de 31 de março de 1964



Um segmento estruturado e organizado da sociedade brasileira fez com que os militares que assumiram o poder em 1964 constituíssem um grupo de tecnoburocrático, a partir da organização burocrática recentemente das forças armadas, juntamente com os tecnoburocratas civis, originários da nova classe média, colocando como objetivo básico o desenvolvimento econômico e a segurança.

Neste cenário, estava voltado em um primeiro aspecto, voltado a entregar o poder para os grupos capitalistas, voltados para os moldes clássicos do capitalismo liberal, dessa forma fortalecendo o governo tecnoburocrático capitalista para o Brasil, com a complementação das grandes empresas capitalistas, com a ideia de ter o domínio sobre a América Latina. Pensamento este, coordenado pelos Estados Unidos da América.

Com o estabelecimento do regime autoritário, em virtude do contexto da crise econômica, que começou a esboçar através do golpe militar de 31 de março de 1964, podemos dizer que as principais instituições do país ficaram sob o controle das forças armadas, que faziam terrorismo com suas agências de espionagens.

Entender o golpe militar e não “revolução” como defende os militares neste período da história brasileira é necessário voltarmos para o passado, principalmente no início da década de 60, com a renúncia de Jânio Quadros.

Passado 48 anos após o golpe militar, ficaram alguns legados que podemos considerar: como dez mil pessoas cidadã do Brasil que foram para o exílio, em virtude das questões políticas; 1.918 foram torturados; 4.682 civis foram perseguidos e demitidos do serviço público; incrível 595 candidatos eleitos através do voto tiveram seus direitos políticos cassados; alguns dados indicam que 144 militantes foram mortos sob tortura; além de 152 brasileiros foram considerados desaparecidos pelas entidades que lutam e reivindicam seus corpos.

Nós, que lutamos por uma sociedade melhor, é necessário defendermos a resistência contra a ditadura militar para a construção e fortalecimento da democracia do Brasil. Jamais um regime autoritário, seja Stalinista, Capitalista, ou outro qualquer.