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domingo, 4 de agosto de 2019

Blog da Riba e seus dados estatísticos





O “Blog da Riba” com quase 150.000 acessos e consultas por seus leitores, tem sido decisivo na contribuição para alunos e professores do ensino fundamental e médio, em suas atividades pedagógicas diárias.


Os dados abordados em baixo com base em sua fonte, podemos dizer que algumas considerações importantes para sociedade que pesquisa este espaço pedagógico, como referência e indicações de vários educadores, que se acha em partes contempladas com as matérias postadas.


Visualizações de página por país


Entrada
Visualizações de página
Brasil
82649
Estados Unidos
18456
Alemanha
18355
Rússia
8491
Ucrânia
1562
Região desconhecida
1316
França
1035
Malásia
671
Índia
563
Espanha
520



No visual acima percebemos que o Brasil é o país que mais tem acessado ao longo desses nove anos de funcionamento. Logo depois vem Estados Unidos, Alemanha, Rússia, Ucrânia entre outros respectivamente. Portanto, países europeus dominam em acessos e consultas no Blog, que tem um público cativo e especifico voltado para área de educação, cultura, política e economia.


Dia 31 passado, o Blog completou nove anos, postando imagens e textos de interesses da sociedade em geral, atingindo o público alvo. É importante ressaltar que, o Blog tem recebido diversas colaborações de professores interessados em divulgar seus eventos, em especial do Sistema de Organização Modular de Ensino – SOME; assim como vários comentários agradecendo e parabenizando esse espaço eletrônico.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Dilma fez primeira visita oficial aos Estados Unidos




Em dois dias, a presidenta Dilma Rousseff teve uma agenda extensa de atividades nos Estados Unidos, durante sua primeira visita oficial ao país. Em Washington, ela se reuniu com o presidente norte-americano Barack Obama, que prometeu mudanças na concessão de vistos a turistas brasileiros para entrada nos Estados Unidos.



No encontro da Casa Branca, Dilma convidou Obama para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada em junho no Brasil.



No dia seguinte, a presidenta foi a Boston para uma visita a um dos maiores centros de ensino e conhecimento do mundo, a Universidade de Harvard. Lá, ela fez uma palestra na escola de governo da instituição e também se encontrou com estudantes brasileiros que estão nos Estados Unidos pelo programa Ciência sem Fronteiras

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CUT critica governo dos EUA


Durante a Plenária Estatutária da CUT, no Maranhão, o Secretário das Relações Internacionais da entidade, João Antônio Felício, enfatizou a condenação a agressão criminosa da OTAN contra o país liderado por Kadafi, a Líbia e o jogo de interesses através da mídia.



Para João Felício: “as mesmas potências que jogam bombas na cabeça dos líbios são as que defendem os crimes de Israel”; assim como criticou os Estados Unidos, “que sempre financiou as mais bárbaras ditaduras e que agora vem tentar dar lição de democracia e respeito aos direitos humanos”.

Em visita de solidariedade à Palestina no Primeiro de Maio, lembrou o secretário de Relações Internacionais da CUT, “pudemos ver o grau de opressão e segregação a que é submetido o povo que mora na região há cinco mil anos”. E citou o muro do apartheid, que continua sendo erguido por Israel, e que já tem cerca de oitocentos quilômetros, impedindo a livre circulação e infernizando a vida dos palestinos. “Por isso vamos realizar um grande ato na capital paulista na próxima segunda-feira, para manifestar o nosso apoio ao Estado palestino, livre e soberano. É isso o que esperamos da Assembleia da ONU: que faça justiça”, frisou.

domingo, 20 de março de 2011

Coordenação dos Movimentos Sociais


É muita guerra para quem diz promover a paz

Os Movimentos Sociais do Brasil, por ocasião da visita do presidente Obama ao Brasil, manifestam as seguintes preocupações:

Considerando que: A eleição de Barack Obama, em 2008, despertou muitas ilusões. Baseado em seu carisma pessoal, na eleição do primeiro negro presidente dos EUA, na rejeição aos republicanos que durante os dois mandatos de George W. Bush levaram os Estados Unidos à bancarrota e o mundo ao militarismo e às guerras de agressão.

Consideramos que: Obama foi eleito fazendo promessas de paz e respeito ao direito internacional, criando a ilusão de que a humanidade viveria em paz e harmonia.

A evolução dos acontecimentos, porém, encarregou-se de desfazer essas ilusões. Mudou a retórica, aperfeiçoou-se a propaganda, mudaram alguns atores, mas sob a direção de Barack Obama a política externa do imperialismo norte-americano continua em essência a mesma.

O atual mandatário dos Estados Unidos mantém a orientação belicista de ocupar países e agredir povos em nome da “luta ao terrorismo”.

Sob a presidência de Barack Obama, os Estados Unidos mantiveram a presença das tropas de ocupação no Iraque e no Afeganistão. Sua frota de aviões teleguiados “Drone” bombardeia diariamente a fronteira deste país com o Paquistão, acarretando a morte de civis.

O imperialismo estadunidense, sob a presidência de Barack Obama reafirmou o apoio à política genocida do Estado sionista israelense contra o povo palestino. Significativamente, a única vez em que o governo Obama utilizou até agora seu direito de veto no Conselho de segurança da ONU, foi para impedir a aprovação de uma resolução que interditaria o prosseguimento da instalação de colônias israelenses em território palestino.

Foi sob a liderança de Barack Obama que a principal organização agressiva do imperialismo, a Otan – Organização do Tratado do Atlântico Norte – realizou uma reunião de cúpula que consagrou o “novo conceito estratégico”, a partir do qual se arroga o direito de intervir militarmente em qualquer região do planeta. É também Obama que estimula a instalação de bases militares em todo o mundo, inclusive na América Latina, onde a 4ª Frota constitui grave ameaça de agressão aos países e povos soberanos da região.

Durante a gestão de Barack Obama que, reafirmando a primazia norte-americana quanto à posse e uso de armas nucleares, exerce chantagens, pressões, ameaças e sanções contra os países que não aceitam os ditames dos EUA sobre a não-proliferação. Em dois anos de gestão, a maior parte do tempo dos operadores de política externa do presidente foi empregada na reparação de agressões contra o Irã e a Coreia do Norte.

Reiteramos nossa total divergência com a dubiedade da política externa dos EUA que mantém símbolos da guerra-fria como a manutenção do bloqueio a Cuba, as provocações contra a Venezuela e a Bolívia, a manutenção da prisão de Guantanamo e a presença de bases militares estadunidenses em nosso continente, que em nada contribui para o desenvolvimento de uma nova relação externa entre os povos. Os Estados Unidos nunca abriram mão de dominar nossos países e continuam considerando nosso continente como sua área de influência.

Obama chega ao Brasil num momento em que os Estados Unidos e seus aliados, principalmente os europeus, preparam-se, sob falsos pretextos, para perpetrar novas intervenções militares. Agora, no norte da África, onde, com vistas a assegurar o domínio sobre o petróleo, adota a opção militar como a estratégia principal. Os Estados Unidos querem arrastar as Nações Unidas para sua aventura, numa jogada em que pretende na verdade instrumentalizar a organização mundial e dar ares de multilateralismo à sua ação militarista e imperial.

No mesmo 20 de março, dia em que Obama estará visitando o Brasil, acontecerão manifestações em todo o mundo convocadas pela Assembleia Mundial dos Movimentos Sociais realizada durante o Fórum Social Mundial de Dacar, Senegal. O dia de mobilização global foi convocado para afirmar a “defesa da democracia, o apoio e a solidariedade ativa aos povos da Tunísia e do Egito e do mundo árabe que estão iluminando o caminho para outro mundo, livre da opressão e exploração”. O 20 de março será um Dia Mundial de Luta contra a multiplicação das bases militares dos Estados Unidos, de solidariedade com o povo árabe e africano, e também de apoio à resistência palestina e saharauí.

É nesse contexto que a Coordenação dos Movimentos Sociais convoca os movimentos sociais de todo o Brasil a manifestar nossa divergência com a política dos EUA e nossa total solidariedade aos povos do mundo, nas lutas de resistência e construção de outro mundo possível.

Convocamos os movimentos sociais brasileiros a tomarem as ruas na ação que será organizada no Rio de Janeiro no dia 20 de março.

O Brasil e a América latina vivem um novo momento, de democracia, soberania, interação e unidade.

Queremos um mundo de paz e solidariedade!

Abaixo o imperialismo estadunidense!











Coordenação dos Movimentos Sociais