Os professores que estiveram fazendo pesquisa sobre o município de Bujaru, sendo utilizado como recurso metodológico a História Oral, na localidade de Santana, que foi o berço da fundação do município de Bujaru. Queremos agradecer, a presença dos colegas, que estão contribuindo para o fortalecimento da história regional e a construção de uma história verdadeiramente paraense. Total de visualizações de página
sábado, 30 de abril de 2011
Nossa Senhora de Santana I
Os professores que estiveram fazendo pesquisa sobre o município de Bujaru, sendo utilizado como recurso metodológico a História Oral, na localidade de Santana, que foi o berço da fundação do município de Bujaru. Queremos agradecer, a presença dos colegas, que estão contribuindo para o fortalecimento da história regional e a construção de uma história verdadeiramente paraense. Nossa Senhora de Santana
Igreja construída no séculos XVIII pela Igreja Católica, na antiga cidade de Bujaru.
Hoje, ela faz parte de um projeto da Lei Semear, do Governo Estadual, para restauração, que está previsto para o mês de maio.
Esse prédio histórico, de quase 300 anos, fica localizado na Vila de Santana, no município de Bujaru.
Vocês precisam conhecer essa raridade de construção. Linda.Estive com os professores do Sistema Modular: Valdivino Cunha e Adriano Mesquita.
SINTEPP PARA QUEM?
Alanna Souto*
A definição de sindicato varia, de acordo com o tempo e as condições políticas, razão pela qual, para alguns estudiosos, o sindicato é a coalizão permanente para a luta de classe e, para outros, é o órgão destinado a solucionar o problema social. Grosso modo, quando se pensa nesse tipo de organização, o que vem logo em nossas mentes: entidade que representa uma determinada categoria, que tem como uma das funções centrais representar os anseios e pluralidade política dessa categoria.
Contudo o Sindicato dos trabalhadores da Educação Pública do Pará (SINTEPP) comandado há mais ou menos 30 anos por um grupo político, que hoje se encontra no PSOL, já envelhecido em seu debate político e totalitário em sua forma de agir, vem ao longo desses anos fazendo uma política a qual representa única e exclusivamente seu próprio grupo, manobrando a comunidade de educadores e até mesmo alijando do processo membros da diretoria pertencentes á outras organizações políticas.
Atualmente o SINTEPP faz uma política condescendente com o governo do Estado, gerido por Simão Jatene (PSDB), pertencente a um dos grupos mais retrógrados do estado e do país, que sempre violentou a educação com sua perspectiva gerencialista e elitista de governar. Tal ação branda do sindicato pode ser vista quando deixa de cobrar com veemência a implementação do PCCR, que foi engavetado pelo atual governador e mesmo quando não reconhece os avanços educacionais de um governo popular, sob gestão do Partido dos Trabalhadores, que além da aprovação do PCCR na sua administração, investiu na formação e valorização do servidor público através da concessão de bolsas aos educadores da rede que estavam cursando mestrado e doutorado. Eram em torno de 129 bolsas (entre mestrado e doutorado) concedidas para o quadro, que passava ainda por uma seleção criteriosa. Hoje o governo tucano reduziu para a metade. Outra conquista democrática da gestão petista de Ana Júlia Carepa, foram as eleições diretas nas escolas, as quais foram suspensas pelo governador Simão Jatene. Pasmem! E qual a postura do SINTEPP ? Um estrondoso silêncio! É nesse sentido que podemos afirmar o quanto sindicato dos trabalhadores de educação pública do Pará, sob dirigencia do PSOL, tem feito linha auxiliar com a direita, por conseguinte com o governo dos tucanos.
É claro que o governo popular e democrático do PT teve inúmeros problemas na educação e dificuldades para saná-los, tendo inclusive que substituir o secretariado algumas vezes, justamente com objetivo da melhora e do avanço, todavia isso não anula todos os acertos, alguns já enumerados acima, no âmbito educacional, o qual o PSOL usando o SINTEPP tenta desgastá-lo por meio de métodos questionáveis e palavras caluniosas para denegrir a gestão petista em vez de cobrar politicamente com a mesma voracidade do governo tucano a continuidade dos projetos e ações da gestão anterior que são marcas de conquistas da categoria.
Finalizamos este pequeno artigo levantando duas indagações provocativas para estimular o debate:
Como o PSOL vem se mantendo no poder ao longo desses anos a frente do SINTEPP se atualmente a categoria não se identifica com seus representantes?Como já foi visto e proferido em muitas assembléias de educadores. Será ético o processo eleitoral?Há suspeitas de fraudes?
Por que o SINTEPP (ver o site da entidade), sob comando do PSOL, tem mais interesse em bater na gestão petista que no governo tucano, assumidamente direitista. Será algum acordo, visando às eleições municipais em 2012? Afinal o deputado estadual Edmilson Rodrigues do PSOL já se lançou candidato a prefeito de Belém e assim como os dirigentes “mores” do SINTEPP estão “pianinhos” quando se trata em exigir a implementação do PCCR: CALADOS, SURDOS E MUDOS.
Façamos a defesa e a luta pela retomada de um sindicato que, de fato, represente a categoria e toda sua pluralidade, adepta de uma liberdade de organização e expressão, guiada por preceitos de solidariedade, tanto no âmbito educacional quanto em outras áreas e categorias profissionais. Uma organização sindical de massa em nível máximo, de caráter classista, autônoma, ética e democrática.
* Atualmente doutoranda em História pela UFPR.
História de Vida/relembrando a História de São Sebastião da Boa Vista
Tendo o projeto sob a coordenação do Professor Adriano Mesquita de Souza, do Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME e a produção dos alunos das turmas da 1ª e 2ª série do ensino médio de São Sebastião da Boa Vista, do IV módulo de 2002, foi executado sob o tema História de Vida/relembrando a História de São Sebastião da Boa Vista.
Segundo o projeto, na apresentação o referido trabalho buscou-se resgatar a memória quase esquecida, a cultura típica de uma região ofuscada pela tecnologia dos modernos meios de comunicação, bem como a valorização dos verdadeiros atores da História do povo paraense.
Entre seus principais objetivos: incentivar os alunos a conhecer novas práticas do ensino da História através da pesquisa; despertar que o ensino da História é mais interessante quando seu conhecimento é produzido pelo próprio alunos e contribuir para uma formação crítica da realidade local, através da investigação.
Segundo o projeto, as origens históricas do município são inexistentes em documentos oficiais, pretendendo dar-se a sua primeira povoação nos idos tempos coloniais, porém, comenta-se em trabalhos de pesquisa que as primeiras lembranças são do ano de 1758, apresentando-se como Freguesia da Presidência de Mendonça Furtado, que deu-lhe esse nome em homenagem ao Santo São Sebastião.
Em 1872 foi-lhe concedido o título de Vila, passando a município no ano de 1873, sob a presidência de Possidônio Rodrigues de Manfredo, A partir de sua fundação até o ano de 1943, esse município ficou alternando,ora deixando de ser município ora passando a ser município.
Situa-se no sul da ilha do Marajó, as margens do rio Boa Vista, com uma área de 1576,4 Km², com 15.804 habitantes(ano de 2000), passando a ficar mais movimentado quando acontece as festividade em homenagem a São Sebastião, no mês de janeiro e no mês de setembro, por ocasião do Festival do Açai, quando é apresentado todo potencial gastronômico do município, tendo como carro chefe da culinária, o tradicional camarão com açai.
As manifestações culturais e religiosas no município é bastante forte, ora seus habitantes procuram manter suas origens através dos grupos parafolclóricos, apresentando danças e músicas baseadas sempre na história e lendas marajoara. O artesanato, também é marcante com destaque para as peças confeccionadas a partir da tala de miriti, que através das mãos do caboclo marajoara ganham formas de chapéus,cestas,tipitis,peneiras e o matapi.
São Sebastião é uma cidade bela e amada pelos seus filhos, sendo chamada carinhosamente de "Veneza Marajoara".
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Política Suja
Inêz Soares Nunes
Cuidado meu amigo
Na hora de votar
Vamos prestar atenção
Temos que se livrar dessa corrupção.
Os políticos de hoje
Não tem humanidade
Engana os eleitores
Mostrando só falsidades.
Dizendo ser bonzinhos
Na hora dos comícios
Mas depois da eleição
Acabou-se seus compromissos.
Cada qual que dê seu jeito
Viva como pode
Pois eles nem querem saber
De onde você é
O povo não ver isso
Continuam se enganando
E a coisa vai piorando
Mas nós temos que fazer, como fizeram com Fernando.
MARXISMO
Dentro do aspecto que podemos analisar Marx e o Estado, o marxismo não passaria de um conjunto de idéias, de conceitos, de teses, de teorias, de propostas de metodologias científicas, logo deduz-se que seria em geral a concepção do mundo da vida social e políticas consideradas como um corpo homogêneo originadas das obras de Karl Marx e Friedrich Engels. Sabemos que, a manifestação de possíveis diferenças no pensamento dos dois é criada dentro do próprio Marxismo.
É, ou deveria ser do conhecimento de todos os estudiosos de Marx, que ele não escreveu uma obra de teoria do estado em sentido restrito, embora na crítica da Filosofia do direito público de Hegel sejam feitas críticas ao estado, o que torna possível fazer uma leitura aqui e ali do ponto de vista do autor em relação a questão, é ponto delicado de ser tocado, por este trabalho sob pena de de um comentário deformante. Limito-me no entanto a dizer que, partindo da crítica à filosofia do direito e do estado de Hegel, que o leva a uma mudança radical das relações tradicionais entre sociedade e estado, Marx propõe uma teoria do estado estritamente ligada à teoria geral da sociedade e da história, que ele deduz do estado da economia política. Esta teoria lhe permite dar uma interpretação e fazer uma crítica ao estado burguês do seu tempo nas diversas formas em que se apresenta, se permitindo formular propostas e enfim deduzir o fim do mesmo.
Ruy Barata (Poeta Paraense)
"O que nunca me foi perguntado e que sempre quis dizer é que a política, a militância política e todo o questionamento social é, no fundo, uma poesia, porque ambas, política e poesia, nutrem uma esperança comum de beleza e se alimentam do sonho de uma utopia, que é estética e social."
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