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segunda-feira, 24 de outubro de 2016




Estudantes do Conjunto Maguari lançam livro com a história do bairro


17/06/2010 - 12:00 - Magazine

Um grupo de alunos, incentivados por um professor, resolveu pesquisar e escrever sobre os contornos históricos que resultaram na criação de seu bairro. Para isso, usaram uma metodologia imprescindível para a construção de uma narrativa mais próxima da real possível: o diálogo com os moradores mais antigos do lugar, que vivenciaram os momentos decisivos. Esta ideia integra um projeto apresentado pela Escola Estadual Maria Gabriela de Oliveira. Duas turmas, após diversas entrevistas, reuniram as informações em uma coletânea de artigos sobre a história do Conjunto Maguari, que será lançada amanhã, na própria escola.

O projeto, de responsabilidade do professor de história Ribamar de Oliveira, foi aprovado em 2009 por um edital da Secretaria Estadual de Educação em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Pará - Fapespa. Com a verba de R$ 10.800 para a execução do projeto, Ribamar e seus alunos puderam fazer uma intensa investigação, chegando a pessoas importantes no processo construtivo do conjunto Maguari, que segundo os entrevistados, é um bairro que surgiu da necessidade de suportar o expressivo número de funcionários públicos que se estabilizavam na capital paraense no início da década de 1980.

A partir das entrevistas feitas foi possível fazer um lineamento histórico que passa por questões importantes como a participação da mulher na comunidade e a importância da igreja católica na formação do conjunto. A ideia de envolver os alunos nesse projeto, segundo o professor Ribamar, é possibilitar aos estudantes uma nova forma de estudar, através da História oral. Os alunos também tiveram acesso à documentos antigos, entre atas, relatórios e fotografias. "Queremos não só estimular os alunos a produzir conhecimento, também contribuir para outro tipo de educação, além da história oficial", ressaltou professor Ribamar. Exemplares serão enviados para as quatro escolas que atendem o conjunto Maguari e para bibliotecas de Belém.


Fonte: Texto extraído do Portal ORM

domingo, 5 de julho de 2015

Conjunto Maguari








Na obra produzida pelos aluno(a)s da EEEFM "Maria Gabriela Ramos de Oliveira", localizada no Conjunto Maguari, na Rodovia Augusto Montenegro, Km 09, publicada no ano de 2010, denominada "A Contribuição da História Oral no Desenvolvimento Político-Pedagógico da Educação Pública",  e financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará - FAPESPA, sob nossa coordenação e colaboração do Professor de Sociologia da Escola, Marcos Roberto S. de Sousa,  os alunos resgatam a memória e a história, com o olhar de seus moradores, aprofundando o tema da educação pública na comunidade.  






A obra trata entre seus capítulos: a contextualização histórico-geográfico, Maguari:uma praça de guerra, contribuições da escola pública, saúde do conjunto, o comércio e o transporte, a diversidade cultural da comunidade, atuação dos movimentos populares de 1980 até 2010, a contribuição do projeto para Escola "Maria Gabriela", entre outros temas. 






Na obra é fundamental, ressaltarmos a fonte primária, com a participação de informantes que vivenciaram todo o contexto na comunidade; assim como os jornais da época, estatutos e atas das entidades do Conjunto Maguari.


Uma boa dica de leitura, neste início de férias.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Educadores unidos - confraternização no Conjunto Maguari









Ontem, aconteceu confraternização dos educadores e amigos do Conjunto Maguari. O evento que é realizado por mais de 15 anos, foi emocionante, com várias atividades educativas.





















sábado, 18 de outubro de 2014

Comitê Conjunto Maguari - Eleições 2014






O Comitê do Conjunto Maguari, formado por um número significativo de moradores que residem no Conjunto, com aproximadamente trinta mil comunitários, estiveram pela manhã e tarde participando da panfletagem, cujo objetivo era conseguir eleitores que votassem nos candidatos que defendem: Dilma e Helder, para as eleições do segundo turno, que acontecerá no dia 26 de outubro.






A militância petista foi para as ruas defender o projeto que consideram melhor para o país e o estado.






A militância aguerrida.... e de lutas, sentiram as necessidades da população, quando estavam divulgando os nomes dos candidatos.






Essa militância não dará trégua para os adversários de Dilma e Helder, até que a lei eleitoral proíba de fazer campanha.






O Comitê já tem sua agende de atividades até o dia 25, dia anterior as eleições.






O Comitê do Conjunto Maguari é formado por profissional liberal, como educadores, assistentes sociais, advogados e donas de casas, evangélicos, trabalhadores e trabalhadoras em geral.







A panfletagem foi um sucesso. A luta continua! Até a vitória.




quinta-feira, 12 de junho de 2014

Copa 2014






Com a vitória da seleção brasileira de 3X1 sobre a seleção da Croácia, a data de hoje torna-se histórica.






A Presidente Dilma Rousseff, enquanto detentora do maior cargo político do país e a primeira mulher a governar o país do maior espetáculo do mundo.






As imagens retratam o sentimento dos brasileiros, em relação a modalidade do esporte, considerado  importante, que é o futebol. Vejam aí, por exemplo na localidade de Tracuateua, no município de Bujaru, a Escola Municipal "Lázaro Conceição",  ornamentada nas cores verdes e amarelas, pela comunidade escolar.





No conjunto Maguari, em Belém do Pará, a torcida vibrou a cada gols do Brasil.





Que a vibração continue positiva.





Vamos continuar torcendo, na Copa das Copas. Brasil.




terça-feira, 27 de maio de 2014

Resumo da Reunião dos Moradores do Conj. Maguari - VIOLÊNCIA.







     


A reunião iniciou às 19h30 no Salão Comunitário da Igreja São José de Anchieta (Conj Maguari Alameda 13 N° 250). 32 moradores assinaram a frequência mais estavam presentes cerca de 50 moradores.
- Os moradores iniciaram a reunião socializando os problemas e casos de violência ocorridos no Conj Maguari;


- A Comunidade propôs que se viabilizasse sirene nas alamedas para alertar sobre algum tipo de violência ou situação suspeita, não se fez um consenso se isso ficaria fruto da campanha de moradores ou solicitação como politica publica do governo do estado.


- Outra proposta de ação foi a confecção de faixas indicativas nos locais de maior perigo no conjunto dentre os quais destacados: Perímetro Alameda 13, Xingu, Pass Anchieta e Secundária como um todo; Alameda 28, imediações da E. E. E. F. Maria Estelita Barbosa da Silva, Arena até passagem do Tenoné pela Alameda 28; entorno da Igreja Menino Deus e da Escola Maria Gabriela; Secundaria como um todo; frente e entorno do Posto de Saúde; Entre muitos outros pontos.


- Uma representação da PM do Pará se fez presente da Reunião e informou que estamos na jurisdição do 24° Batalhão que foi recentemente criado e que abrange a área da Rua da Marinha até aqui no Conj Maguari. Não souberam informar com precisão quantos policiais, carros e motos atuam na área. A representação da Policia explicou de que modo vem atuando na area e ouviu e respondeu questionamentos dos moradores presentes.


- Como encaminhamentos da Reunião:


1- formação de uma comissão de 13 moradores mais dois da Conseg Maguari com o intuito de se reunir com o comandante do 24° Batalhão Tenente Coronel Emerson com o intuito de levar as seguintes demandas: Solicitar o N° de policiais, carros e motos disponíveis ao 24° batalhão com o intuito de com os tais n° possamos cobrar do Governo do Pará e da Segup medidas concretas; Levar ao conhecimento do comandante os pontos críticos do conjunto com o horário e frequência dos delitos; Solicitar a volta da policia comunitária no Conjunto; Solicitar um PMBOX ou um PBE para o Conjunto; Solicitar policiamento forte e sistemático nas rotas de fuga no Conjunto Maguari: Xingu - Satélite, Alamedo 28, Entrada Tenoné.
2- A comissão terá 15 dias para se reunir com o Comando e posteriormente debater com a comunidade e organizar os próximos passos.



PS: Na saída o Carro da policia que trouxe os policiais deu prego e vai dormir na Igreja.


Fonte :  Smile Golobovante        27 de maio de 2014 00:03 (Facebook)


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Reunião com moradores do Conjunto Maguari




Reunião de moradores com o intuito de debater a seguinte pauta:

- Intensidade da Violência;

- Formação de um GT (grupo de trabalho) para dialogar com a Policia Civil, Policia Militar e Governo do Pará;

- Elaboração de propostas para a PM, Policia civil e Governo do Pará.

Local: Igreja José de Anchieta, Alameda 13, com Secundária, Hoje,  às 19 h.

Vamos participar, colegas!

domingo, 4 de maio de 2014

Projeto Alternativo Arte Livre Maguari – PALMA









Em meado da década de 90, foi executado o Projeto Alternativo Arte Livre Maguari – PALMA, no conjunto residencial “Jardim Maguari”, sendo coordenado pela Associação dos Moradores do Conjunto Maguari – UMOJAM.






Em sua apresentação enfatiza que nos primeiros anos da década de 80, dava-se início a entrega das chaves das casas do Conjunto “Jardim Maguari”, localizado no Km 09, da Rodovia Augusto Montenegro. Este audacioso empreendimento imobiliário foi projetado distante do centro de Belém, afastado dos bairros populosos e consequentemente de seus problemas sociais. Pioneiro em residenciais do seu porte e da sua estrutura no município de Belém foi arquitetado para ser um residencial típico de uma “classe média” em ascensão, algo como uma cidadela que concentrasse num mesmo espaço físico-geográfico, estimado em mais de quatro quilômetros quadrados de conforto, comodidade, tranquilidade e segurança.






Construído em duas etapas pelas financeiras “Socilar” e “Vivenda”, atualmente ambas em liquidação. Este grandioso projeto nunca chegou a ser concluído. Pensado para acomodar 2.500 casas, diferenciadas em cinco padrões A, B, C D e, sendo os tipos A e B no padrão colonial, todas com amplos terrenos, distribuídas em trinta e três espaçosas alamedas e duas avenidas centrais, com “áreas livres” para projetos de quadras poliesportivas, mercado, escola, posto de saúde, praças, áreas verdes e espaços de lazer, muito disso ficou apenas no papel.







Historicamente projetado numa época de crise social, o “Conjunto Jardim Maguari”, cresce justamente com a insatisfação popular pelo “lento e gradual” processo de “redemocratização” político no Brasil, promovido pela ditadura militar. Esta insatisfação é demonstrada pela indignação popular na luta por justiças política, econômica e social. A construção do “Conjunto Jardim Maguari” que deveria ser destacada pela grandiosidade do empreendimento, foi marcada pela onda do movimento popular que assolava as principais capitais do Brasil. Desencadeando assim um processo de “ocupação” das casas do Conjunto em construção, caracterizado neste momento histórico pela bandeira popular da “Luta pelo Direito de Morar” e pela “reforma urbana”.





A partir desse momento o projeto de construção residencial “Jardim Maguari” muda de rota e transforma-se num palco de conflitos entre os ocupantes das casas e as financeiras Vivendas e Socilar, representadas pela Policia Militar. Neste período, é fundada em 07 de dezembro de 1983 a União dos Moradores do Jardim Maguari – UMOJAM, associação dos moradores que no início da sua fundação caracterizou-se pela luta de transporte, da escola e energia, mas destacando-se principalmente na “Luta pela Moradia”.  Em virtude disso, além das ocupações das casas do residencial, muitas “áreas livres” que eram destinadas a equipamentos comunitários e de lazer foram também ocupadas e as áreas que ainda hoje são preservadas livres não estão sendo utilizadas na forma de lazer comunitário como era o seu destino original.






Atualmente com mais de 3.500 famílias, algo em torno de 18 mil pessoas, se procurarmos as formas de lazer infanto-juvenil que são desenvolvidas no Conjunto Maguari, principalmente no horário noturno, veremos que a mesma é inexistente. A falta de espaços comunitários para a prática saudável do lazer leva grande número de adolescentes e jovens ao consumo de drogas, principalmente o álcool. Outros associam uma forma de “lazer perigoso” com a necessidade de autoafirmação pessoal, envolvendo-se em violência e marginalidade social.







Com a problemática da ocupação que assola, até hoje, a vida dos moradores do Conjunto Maguari, o mesmo tornou-se mais um dos palcos de concentração de problemas sociais das grandes cidades, tais como: faltam de saneamento adequado, dificuldades econômicas, ocasionando o desemprego e a falta de oportunidades educacionais e culturais, essenciais ao desenvolvimento de qualquer sociedade. Tais carências estruturais proporcionam um alto índice de violência por parte da crescente concentração de jovens, que sem perspectivas básicas educacionais, importantes para formação sociocultural de seu caráter, começam a prática quase que autodestrutiva atuando, principalmente em “gangs” de pichadores e de rua, que com frequência digladiam-se nas noites no Conjunto.





Percebendo a necessidade de alternativas nas áreas de lazer, esporte e atividades culturais e, ainda, observando possibilidades de construção de novos empreendimentos nos terrenos que foram preservados, ou seja, não ocupados e percebendo a escola como palco de novos projetos extraclasses e de envolvimento comunitário, a Associação dos Moradores do Conjunto Maguari – UMOJAM, gestão “Alternativa Popular”, teve a iniciativa de elaborar o Projeto Alternativo Arte Livre Maguari – PALMA, visando associar arte, lazer, esporte e educação popular ao cotidiano dos moradores do Conjunto Maguari, buscando, de sua dessa forma, melhorar a qualidade de vida de sua comunidade associado à construção da cidadania.


Na justificativa, o Projeto Alternativo Arte Livre Maguari – PALMA é construído a partir da análise e reflexão acerca das relações sociais que se reproduzem na sociedade capitalista. Este projeto nasce como uma forma alternativa de combater ao nível crescente de violência entre jovem do Conjunto Maguari. O PALMA nasce também como alternativa de combate a exclusão social de jovens e crianças que se veem obrigados a procurar espaços da rua para prostituírem-se ou nela viverem, ocasionados pela falta de políticas públicas que lhes possibilitem condições de desenvolver suas potencialidades, quer seja através de uma política educacional voltada à sua realidade, ou pela ausência de uma política de geração de emprego e renda a seus familiares.


Os conflitos familiares traduzidos pela relação autoritária, hierárquica e discriminatória entre pais e filhos, o abandono, descaso e banalização de princípios de solidariedade, igualdade, amizade e cooperação, promovidos pela grande mídia, também, são fatores causadores de malefícios sociais aos jovens.


É a partir desta análise que a Associação dos Moradores do Conjunto Maguari - UMOJAM, propõe a implantação e implementação do Projeto Alternativo Livre Maguari -PALMA, que obedecerá a um processo de criação de grupos de teatro, música, esporte, dança e artes plásticas, envolvendo crianças, jovens, adultos e idosos que desenvolverão atividades artísticas, esportivas e culturais através de oficinas, possibilitando, assim, a construção e reconstrução de práticas sociais vivenciados por homens e mulheres visando a transformação da sociedade baseada em princípios éticos e solidários.  


No objetivo geral, a UMOJAM com o PALMA, se propõe formar, a partir da arte, lazer, esporte e educação popular pessoas com senso crítico e potencialidades de serem verdadeiros atores sociais na construção da cidadania.  








                                                                                

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Escola Pública Estadual pede ação efetiva!







Os alunos da Escola Estadual de Ensino Médio e Fundamental “Maria Gabriela Ramos de Oliveira”, localizada no Conjunto Maguari, após reunião dos pais, saíram em passeata na comunidade. Neste momento se concentram na Sede da Secretaria Estadual de Educação pedindo providências no sentido de que as autoridades tomem ação mais efetiva em relação ao uso de drogas, violência e outros no interior da Escola.





No momento uma comissão representando vários segmentos da Escola espera ser recebida pela Seduc.