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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

“DESCULPE O TRANSTORNO, ESTAMOS TENTANDO MUDAR O PAÍS”






CAMPANHA SALARIAL, SLIDERPOSTSETEMBRO 14, 2017BY GEISI DIAS


O ato público de abertura da GREVE, na manhã desta quinta-feira (14), demarcou a posição da categoria, que farta da política mal direcionada do governo Jatene/PSDB para a área da educação, se deslocou ao Seducão onde pretendia audiência com a Secretária de Educação Ana Cláudia Hage. Porém, mesmo sendo antecipadamente informada do movimento paredista, a Secretária de Estado lamentavelmente ignorou o protesto e incumbiu aos seus subordinados a tarefa de atender aos manifestantes.


Educadores (as) e estudantes da capital e do interior passaram uma manhã inteira no estacionamento e corredores da Seduc, retratados pelo sol e calor, para após “acolhidas” suas reivindicações pelos secretários adjuntos da Secretaria, serem surpreendidos (as) com o posicionamento desrespeitoso do governo tucano de que “repudiou” a ocupação do prédio.


A Seduc em nota divulgada menosprezou as reivindicações de nossa categoria, resumindo-as a uma “pauta gerencial e política”. Ora, não foi política a decisão de Simão Jatene de se manter na ilegalidade e não cumprir o que determina a Lei do piso nacional? E não é política e gerencial a opção de Jatene de permitir que a falta de infraestrutura atingisse patamares tão elevados ao ponto não se ter mais uma escola sequer em todo o Estado que nunca tenha sido submetida a falta de água, alimentação e transporte escolar de qualidade duvidosas, salas de aula com calor insuportável, quadras esportivas sem cobertura, estrutura predial com eminente risco de desabamento? E tantos outros percalços que retratam a frieza tucana, que põe a educação pública, este patrimônio social e intelectual, em níveis agravados e intoleráveis.


A própria justiça reafirmou nosso direito ao piso e manteve a posição de que a GREVE NÃO É ILEGAL ou abusiva, deliberando pelo não desconto dos dias parados. Ato reafirmado durante a audiência extraordinária agendada para a tarde de hoje (14) no Tribunal de Justiça.


Jatene por sua vez subescreve um governo cassado por abuso de poder político e econômico; um governo que justifica o não cumprimento de seus deveres administrativos por conta de uma crise econômica, mas que dá para empresas de grande potencial financeiro a isenção fiscal, assumindo para si o ônus da precarização dos serviços e do servidor público; um governo que congela salários, garante condições insignificantes de trabalho; enfim um governo que permanentemente atrelado à iniciativa privada, em detrimento do bem comum. Além de seguir integralmente os desmandos ao país aferidos por Temer, que desdobra a terceirização do serviço público e as reformas trabalhista e previdenciária.


Ainda que as reivindicações da comunidade escolar, reportadas à Seduc por nosso Sindicato, venham a ser interpretadas de forma vil pelo PSDB, não cessaremos! Nestes dois mandatos do governador tudo que recebemos foram promessas, e a capacidade de suportar este cenário ultrapassou todas as fronteiras. Portanto, amparados por nosso direito coletivo damos um BASTA à gestão Jatene! E reafirmamos nossa pauta de reivindicações:


Pelo pagamento do piso nacional
Garantia dos 200 dias letivos
Reforma nas escolas
Por merenda de qualidade
Concurso público para todos os cargos
Garantia de licenças
Transporte escolar de qualidade
Segurança nas escolas e no entorno
Valorização dos Funcionários de escola
Não à privatização da Escola
Em defesa do SOME
Contra o assédio moral
AGENDA da GREVE

15.09 – Mobilização nas escolas (assembleias com a categoria e reuniões de esclarecimento com a comunidade escolar).

17.09 – Panfletagem nas feras e praças – Belém – 8h30 – Pça. da República.

18.09 – Ato público – 9h – Palácio dos Despachos (Av. Dr. Freitas).


19.09 – Assembleia geral – 9h – a definir


Fonte: Sintepp.org.br

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

XXI Congresso Estadual do Sintepp









No 2º dia do XXI Congresso do Sintepp, que se realiza no Pará Clube, em Belém do Pará,  iniciou com análise de conjuntura, sendo defendida pelos representantes das resoluções encaminhadas para a mesa.












Os trabalhos da mesa que coordenou a análise de conjuntura foram coordenados pelo secretário geral do sindicato, Beto Andrade e Samir Mamede, Coordenador da Regional Sudeste. Pela resolução Avançar na luta, o debatedor foi Fernando Carneiro; Lutar para vencer – oposição cutista, Aldo Alvarez Rodrigues; a do grupo de estudos “Luta Educador” foi defendida por Sebastião Vilhena; pela resolução do Coletivo Educador na escola e na luta, Mateus Lima; a do Movimento Educador pela Base tem representação de Manoel Ovidio; Unidos pra lutar, Silvia Leticia e pela do Sintepp de cara de nova, Marcos Araujo.











Após defendidas as resoluções, foram abertas inscrições para quem quisessem intervir, onde teve a participação de vinte e dois congressistas das oito resoluções. A predominância das apresentações foram as acomodações inadequadas do espaço onde se realiza o congresso e a falta dos debates em grupos. O debate da Conjuntura foi polêmico, salutar e produtivo para a categoria, consumindo toda parte da manhã.









Pela parte da tarde, o congresso continuou com a mesa sobre política de combate as opressões (racismo, homofobia, machismo e redução da maioridade penal), coordenada pela coordenadora do Sintepp Ray Barreto. Depois passou para a mesa de política educacional e a política sindical. Após as defesas, foi aberta as inscrições, onde apareceu cinquenta e seis educadores ára intervir, havendo neste momento um consenso entre os grupos para defesa de duas pessoas representando as resoluções, já que o número de inscritos foi bastante grande. Com as apresentações, foram votadas as resoluções sendo vitoriosas as propostas dois (Lutar para vencer – oposição cutista) três (Luta Educador), cinco (Movimento Educação pelA Base), seis Unidos para Lutar) e sete (Sintepp de cara nova); sendo derrotados a fusão das resoluções um(Avançar na Luta) e quatro (Educador na Escola e na Luta).










Neste momento acontece a Programação Cultural.



















segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Greve dos professores do estado do Pará



Professores vamos para luta!


A elite do estado do Pará começa a ficar desesperados com as reivindicações das principais categorias que entraram em greve, principalmente os bancários e os professores.  Neste final de semana, deu para perceber a pressão através das empresas burguesas de comunicação tentando intimidar a categoria dos professores, através de seu Sindicato, o Sindicato dos trabalhadores em educação do estado do Pará – Sintepp.  Dessa forma de intimidação, segundo a entidade dos professores: “A elite representada pelo governo de Simão Jatene (PSDB), tenta a qualquer preço calar a voz do maior sindicato de trabalhadores do serviço público do Pará ameaçando seriamente instituições democráticas deste estado como o Sintepp no direito de se expressar contra as mazelas que afligem os trabalhadores em educação em seus direitos, como melhores condições de trabalhado e valorização profissional”.


O Sintepp, em seu site, aborda “Apesar de todos os ataques da burguesia, o Sintepp continua firme na condução da greve estadual deflagrada em assembleia geral realizada no dia 18 de setembro de 2013, que continua mantida, apesar das informações veiculadas pela imprensa de que uma juíza de primeiro grau do Fórum de Belém teria concedido liminar para sustar um movimento legítimo, onde foram tomadas todas as precauções jurídicas necessárias por parte do sindicato para que a greve não fosse considerada abusiva”.


Para o sindicato “O Sintepp registra que não foi comunicado oficialmente de tal decisão e informa, ainda, que assim que tomar ciência da decisão irá usar os meios judiciais para revogá-la, pois de acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF), a competência para julgar matéria sobre greve de servidores públicos é do Tribunal de Justiça”.


E acrescenta “A Coordenação Estadual vê com desconfiança uma determinação judicial que saiu antes mesmo de ocorrer o fato em questão e não acredita na possibilidade, pois a suposta magistrada estaria incorrendo em ato que não é de sua competência e ser for verdade, ainda assim, há como denunciar atitudes como esta.”.


A Greve continua, portanto, colegas, todos amanhã no ATO PÚBLICO DO DIA 24|09|2013 com concentração no Centro Arquitetônico de Nazaré – CAN a partir das 9 h.



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Chapa 4 no Sintepp



Não podemos deixar o continuísmo tomar decisões alheias aos anseios  dos trabalhadores em educação. Notamos  que ao longo desses 32 anos, o sindicato foi usado como bandeira partidária de um grupo, em que sua preocupação maior é fazer do nosso sindicato uma escada política, para eleger seus candidatos nos parlamentos. Dentro desse cenário, enquanto cidadão, filiado e eleitor preciso informar para se ter uma visão ampla deste contexto político, um momento importante para a categoria. Logo precisamos mudar, votando na Chapa 4.





A eleição no Sintepp é um processo democrático onde, realmente deveria ter a participação efetiva dos trabalhadores que são filiados, porém não é o que acontece.

sábado, 17 de março de 2012

CNTE comemora sucesso da greve nacional

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CNTE comemora sucesso da greve nacional


A greve nacional da Educação foi um sucesso. Durante três dias, professores e demais trabalhadores da área pararam suas atividades, para cobrar o cumprimento da Lei Nacional do Piso do Magistério e dos compromissos assumidos pelos governadores e prefeitos com a categoria. O movimento envolveu as redes estaduais e municipais de ensino. Em alguns estados, como Pernambuco, mais de 85% das escolas pararam. Em muitos municípios Brasil afora a adesão foi quase total, caso de Curitiba, onde 95% dos educadores saíram às ruas para protestar.


“Foram três dias muito bons. Mostramos para os governadores e prefeitos que nós não aceitamos que eles simplesmente digam que não têm dinheiro para cumprir a Lei do Piso. Consideramos que eles precisam se esforçar para encontrar condições de saldar essa dívida. Precisam fazer melhor as contas dos seus estados e municípios, provar que gastam com a educação aquilo que é disposto na Constituição”, avalia o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão.


O dirigente da CNTE lembra que cumprir a Lei Nacional do Piso não significa apenas o pagamento da remuneração de acordo com o valor definido pelo Ministério da Educação (MEC). “É preciso que se tenha claro que a Lei do Piso não fala só do salário. Fala de jornada, de carreira. Esses são pontos importantíssimos que são descumpridos. Isso tudo precisa ser cumprido”.


De acordo com o presidente da CNTE, a próxima batalha dos trabalhadores da Educação é fazer uma campanha contra a votação, no Congresso, do projeto de lei que altera os critérios de reajuste do piso, colocando apenas o INPC como fator de correção. “Nós não aceitaremos isso. Aceitamos discutir sobre a questão, mas não vamos discutir nada que não seja valorização. Aliás, o próprio ministro Aluizio Mercadante já se manifestou a respeito e na sua fala ao Congresso Nacional ele disse que não dá para ser simplesmente o INPC o fator de reajuste do piso”, afirma.

Mais detalhes, acesse a fonte: cnte.org.br


















quinta-feira, 1 de março de 2012

Piso Salarial dos Professores



Após um longo período de lutas da categoria dos professores do Brasil, nos seus diversos fóruns e níveis, conseguimos, finalmente, o reajuste do piso salarial, que é fundamental para termos um parâmetro como regulador e orientação para que sirva como nossa bandeira, nas futuras mesas de negociações.

Com o valor de R$ 1.451,00, estimado pelo Ministério da Educação – MEC, todas as redes públicas de ensino do nosso país terá que pagar para o professor (a) que desenvolve suas atividades pedagógicas em sala de aula de 40 h. semanais.  Com isso, fará com que os diversos sindicatos que temos no país, lutem em favor do pagamento estipulado pelo governo federal.

Nós daqui do estado do Pará, na nossa última Assembleia Geral da categoria, fomos enfáticos, só iniciaremos o ano letivo de 2012, se o governo estadual pagar todas essas regulamentações legais. Já que estamos em estado de greve.

Para o MEC, o nosso piso salarial corresponde à variação do valor anual mínimo por aluno, que é imposto pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb.

Já temos as mobilizações de diversos prefeitos e políticos que não tem compromisso com a educação em não viabilizar o piso salarial, mas sabemos que só a educação é a mola mestra de transformação da sociedade, que o piso é um direito nosso, como outras categorias deveriam ter, inclusive os políticos, que são cargos públicos, que são eletivos e não concursados.

A próxima reunião do Sintepp com o governo estadual será realizada no dia 06 de março, próxima terça-feira. Na pauta, além de outras reivindicações teremos esse piso salarial para pagamento no mês de março, incluindo o retroativo. Fique de olho no seu contra-cheque, colega.   

sábado, 12 de novembro de 2011

Greve de Verão I


O Centro Social de Nazaré ficou lotado, ontem por ocasião da nossa Assembléia Geral. A greve dos trabalhadores em educação pública do estado do Pará, por decisão soberana da categoria decidiu a continuidade, já que a categoria não abre mão do direito de greve e de decidir os rumos do movimento, sendo portanto o único recurso que ficou ao sindicato para fazer valer a Lei Federal no. 11.738 de 2008, que estabelece o Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério, e a Lei Estadual 7.442 de 2010, que trata sobre o PCCR dos profissionais da educação básica, após várias mobilizações na tentativa de um acordo com o governo neoliberal tucano.

A categoria dos profissionais em educação do estado, ao longo desse processo não se curvou, já que sabemos o aparato que está a favor do governador Jateve, como Assembléia Legislativa, Mídia tradicional e Justiça do estado. Mesmo com a setença judicial que determinou o fim da greve, nós não acatamos, por se tratar de um afronta ao direito democrático constitucional e nem podemos negar o aspecto político com objetivo de tirar o governo do estado de suas responsabilidades. Interessante, a decisão do Juiz vem de encontro ao discurso do Executivo; cadê a liberade dos poderes, o juiz nem procurou as análises técnicas se o estado tem ou não dinheiro, portanto a Justiça criminaliza o nosso movimento e em compensação diz que o governo tem um prazo de 12 meses, a começar no mês de janeiro para cumprir a lei do piso e a Lei do PCCR. Para nós, que construimos os diversos movimentos sociais, mais uma vez, a justiça dá ganho para os representantes do Capital, não é nenhuma surpresa.

Mas, nossa luta não vai parar por aí. A luta dos trabalhadores em educação com seu aprimoramento e organização, lutará durante esse mandato desses neoliberais, que não tem nenhum compromisso com a sociedade.  

   

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Greve dos Educadores do Estado do Pará

Aproximadamente mil educadores participaram de um grande ato político, em favor do movimento grevista, que iniciou em 26 de Setembro, já que, hoje,  poderia ter saído a decisão da justiça em relação a abusividade ou não da greve; já que reivindicamos o pagamento do Piso Salarial Nacional, que é constitucional, o que até o momento, o governo das oligarquias(Tucanos) e neoliberais esqueceram de acrescentar no minguante salário dos profissionais da educação do estado.  

No ato, vários discursos das diversas forças, que lideram o movimento e da presença do vereador Alfredo Costa, do Partido dos Trabalhadores, que muito contribuiu em sua intervenção, sendo bastante aplaudido pela categoria.

Segundo o Sintepp:


"Ao determinar pela volta ao trabalho dos grevistas acatando o pedido do Governo Jatene, a justiça do Estado, legitima a proposta do Governo que é dar o calote nos direitos dos trabalhadores em educação paralisados desde o dia 26 de Setembro.



Esta forma diferenciada da justiça, ao avaliar e julgar as ações movidas contra os movimentos sociais, já vinha sendo noticiada pela imprensa marrom do Pará na semana passada. Pois, tanto o Governo quanto a grande mídia já eram sabedores desta decisão.



A justiça que temos hoje, infelizmente, não está voltada para o atendimento e superação das mazelas sociais praticadas pelos ganter’s do poder que mais uma vez se põe contra a sociedade, revelando uma visão torpe do direito meramente de propriedade, onde deveria prevalecer a função social do judiciário.



Assim, com a mesma mão que tenta obrigar a classe trabalhadora a usar mordaça, por outro lado, coloca em xeque o poder da mais alta corte deste país, pois prefere agradar ao Governo Jatene, seu patrão, do que ser o reprodutor e guardião das decisões emanadas pelo STF, que reconheceu a constitucionalidade de uma lei federal.



Dizemos ainda, que um simples servidor público desmerece centenas de representantes do povo na Câmara Federal que legislaram para criação da Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério. Perguntamos, para que eles servem então? ou a quem a justiça serve?



A Coordenação Estadual do Sintepp, independente da resposta da Justiça do Estado, convoca todos (as) trabalhadores (as) para participarem da Assembleia Geral nesta segunda-feira (7), no Centro Social de Nazaré, às 09 horas para decidir os rumos do movimento."



Avançar sempre, recuar jamais! Nenhum direito a menos!




sábado, 17 de setembro de 2011

Greve dos Professores em Minas Gerais

                                                                                                
                                                                                                          Por Leonardo Severo



Professores tomaram o pátio da Assembleia Legislativa de Minas. Na tarde desta quinta-feira (15), data em que completaram 100 dias de greve pela implantação do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), nove mil trabalhadores em educação da rede estadual de ensino de Minas Gerais se somaram no pátio da Assembleia Legislativa, em Belo Horizonte, para reafirmar a determinação de continuar o bom combate pela valorização da educação pública.



Com faixas, cartazes e muito humor, os educadores ironizaram a postura do governador Antonio Anastasia de desrespeitar a Lei do Piso, já regulamentado pela Lei Federal 11.738, utilizando-se de fórmulas estapafúrdias que agregam bonificações e até qüinqüênios para alavancar o valor – o que é flagrantemente ilegal.



“É greve, é greve, é greve, até que Anastasia pague o piso que nos deve”, entoou a multidão, alertando o governador sobre o que deve fazer para por fim à paralisação iniciada no dia 8 de junho. O grito de guerra foi estampado, em meio a um mar de bandeiras do Sind-UTE/MG (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), antes mesmo que a coordenadora geral da entidade, Beatriz Cerqueira (Bia), colocasse em votação a proposta sobre os próximos passos do movimento.



“A categoria decidiu que é o momento de manter a ampliar a greve. Vamos realizar aulas públicas em todo o Estado como forma de dialogar com a população sobre a realidade empobrecida da categoria em Minas e da necessidade de termos uma educação pública, gratuita e de qualidade”, declarou Bia. Segundo a coordenadora do Sind-UTE, não há como os educadores retornarem às aulas sem que o governo estadual assuma a sua responsabilidade e implemente o Piso, que é lei. “Ninguém forma ninguém se não tem capacidade de lutar pelos seus próprios direitos”, acrescentou, sob aplausos da multidão.



Nesse momento, explicou, o vencimento básico pago pelo Estado de Minas para um professor de nível médio é de R$ 369. Por isso, a nossa luta pelo piso na carreira, porque ele que vai possibilitar a valorização do profissional que tem nível médio, que tenha licenciatura, que tenha doutorado, mestrado e o tempo de dedicação à escola pública”. O Piso por lei é de R$ 1.597,87.


João Felicio, secretário de Relações Internacionais da CUT, levou a solidariedade da Central ao movimentoBia agradeceu a presença na histórica assembleia dos companheiros da direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), bem como dos parceiros dos movimentos sociais, estudantis e religiosos. “Esta unidade nos fortalece e nos impulsiona cada vez mais à luta e à vitória”, acrescentou.



“A mobilização do Sind-UTE é em defesa da educação e do Brasil. A determinação com que vocês estão encarando esta greve é referência para todos os que lutam por um país mais justo e desenvolvido”, afirmou João Felício, que representou a CUT Nacional no evento. Na avaliação do líder cutista, é inadmissível que uma lei amplamente debatida com o governo federal, votada pelo Congresso Nacional e que já deveria estar implementada, continue sendo solenemente descumprida pelo governo mineiro.



Para José Celestino Lourenço (Tino), secretário de Formação da CUT, o próprio lema da greve, “Quem luta também educa”, expõe um compromisso político e ideológico com a transformação, como ensinou Paulo Freire. “Esse compromisso é essencial para a construção de um modelo de desenvolvimento com justiça e inclusão social”, defendeu Tino, condenando a postura “insensível e desumana” do governo estadual.



Beatriz Cerqueira (Bia), coordenadora geral do SInd-UTE, durante a reunião do Comando de Greve, que antecedeu a assembleia desta quinta-feiraEm nome da CNTE, Marta Vanelli reiterou o significado da mobilização em defesa da valorização profissional e da importância da categoria não baixar a cabeça no enfrentamento à prepotência e ao descalabro de uma administração estadual que dá as costas a estudantes, pais e professores. “A luta de vocês é a nossa luta. Contem conosco nesta caminhada”, destacou.



Conforme o Sindi-UTE, que representa 400 mil trabalhadores em educação (professores e funcionários de escola), a mobilização alcança os 853 municípios mineiros, com um nível de adesão superior a 50%, índice que demonstra o grau de indignação da categoria, mesmo enfrentando todos os abusos e atropelos de Anastasia.



Se pelo lado do desgoverno tucano sobram chantagens e ameaças, como o recente anúncio da contratação de mais doze mil professores para substituir os grevistas – antes já haviam sido anunciados três mil -, pelo lado dos trabalhadores sobra determinação, criatividade e ousadia.



Quando em visita ao Vale do Aço o governador montou um mega esquema repressivo para impossibilitar a aproximação dos grevistas, balões com faixas amarradas sobrevoaram o local, com vários deles descendo e causando visível constrangimento à entourage tucana. Quando decidiu suspender o pagamento aos grevistas, ao mesmo tempo em que manipulava a sua mídia para divulgar o isolamento da luta dos educadores, assembleias em portas de fábricas, das mais variadas categorias, começaram a pipocar e recolher milhares de reais para a compra de cestas básicas. Quando Anastasia anunciou a primeira contratação de três mil professores substitutos, em grandes escolas - como o Estadual Central de Belo Horizonte - os próprios estudantes liquidaram a fatura: aqui fura-greve não entra. Quando Anastasia formulou um desastrado e desastroso projeto de lei para institucionalizar o arrocho, a categoria organizou a sua queima simbólica, promoveu “banquetes da miséria” e também protestos com professores acorrentados.



Por mais ridículo que possa parecer, além de colocar policiais militares para reprimir manifestantes e acionar bombeiros para apagar o “incêndio” de queimas simbólicas do seu PL, o desgoverno tucano nada fez. Parece piada de mau gosto, mas não é.



Diante disso, a ação continua com ainda mais energia. Nesta sexta-feira (16),a partir das 18 horas, os trabalhadores em educação realizarão uma panfletagem na Praça da Liberdade durante a inauguração, pelo governador, do relógio da Copa do Mundo de 2014. Na oportunidade, o Sind-UTE voltará a cobrar a importância do investimento em educação e da valorização profissional como estratégicos para o desenvolvimento nacional e regional.



Às 14 horas da próxima terça-feira (20), no pátio da ALMG, acontece nova Assembleia Estadual. A previsão é que nesta data o projeto do governo para a educação seja votado no plenário da Casa.



leonardo@cut.org.br

Fonte: Cut.org.br

Greve Já !

No dia 25 de Agosto, a categoria dos trabalhadores em educação do estado do Pará, em Assembléia Geral, no Centro Social de Nazaré, decidiu a continuação do estado de greve, proposta que vinha sendo debatida em plenárias anteriores e decidido que no dia 15 haveria uma paralisação; porém,  na quinta-feira que passou, o governador dos tucanos, na Doca,  anunciou o reajusto de apenas R$ 28,00 para os trabalhadores, o que houve, de imediato foi uma reação, com vaias para o Jateve.

O então, mais de  uma vez,  o grupo majoritário do Sinteppsol, comandado pelo imperador do rei sol, candidato a prefeitura de Belém e senadora biônica que estão trinta anos no comando do maior sindicato do estado, tentou dar um manobra na categoria, o que os trabalhadores perceberam, que estavam sendo manipulados pelo grupo majoritário, que vinha adiando o máximo a discussão sobre a greve, então tomaram a decisão; por todas essas insatisfações em relação ao grupo majoritário do sindicado e do governo tucano, que são farinha do mesmo saco, entrar em greve a partir de 01 de Outubro. 

No governo democrático e popular do Partido dos Trabalhadores, tínhamos os diversos Grupos de Trabalhos(GT), discutindo e avaliando os diversos aspectos que tinham a ver com os direitos dos trabalhadores e que aconteceu, o grupo do rei sol saiu das discussões, para se dedicar a eleger os candidatos do partido. A categoria dos trabalhadores em educação, poderia ter tido ganhos muito mais significativos. O que o grupo do sinteppsol articulou, naquele momento, greve para personificar os candidatos; inclusive, dando "uma mãozinha" na eleição do governo dos tucanos.. E a categoria, perde mais uma vez, infelizmente por esses irresponsáveis, que não tem compromisso com os trabalhadores em educação.

Portanto, todos os educadores, ou seja, trabalhadores em educação tem que ter essa visão mais ampla de todo um contexto e interesses que cercam determinadas plenárias e decisões a tomar. Vamos repudiar, indignar-se com essas posturas de um governo que não tem compromisso com o povo, taí as eleições diretas para Direção de Escolas, entre outras e um grupo (Sinteppsol) que tem trinta anos de poder, com idéias ultrapassadas. Vamos avançar nas lutas e conquistas, ninguém é caranguejo. Compareça  na Assembléia Geral , no dia 21 de Setembro(Quarta-Feira), às 09 h. no Centro Social de Nazaré, para darmos novos rumos, para nosso movimento. Indigne-se e lute.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Professores da rede estadual de ensino do Espírito Santo repudiam bônus desempenho em assembleia


Os professores da rede estadual realizaram uma assembleia nessa quarta-feira (27) em que discutiram a insatisfação com a política educacional do Estado, principalmente no que concerne ao bônus desempenho e à jornada ampliada nas escolas. O bônus é repudiado pelos professores, já que confere compensação financeira com base na presença do professor em sala de aula, descontando, inclusive, faltas previstas na Constituição Federal, como a licença-maternidade e afastamento para tratamento médico.



De acordo com o diretor de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado (Sindiupes), Swami Cordeiro Bérgamo, nos termos atuais do bônus desempenho a professora é punida por utilizar um direito a ela garantido, que é a licença-maternidade. "Para o ex-governador Paulo Hartung, que foi quem implantou o bônus, e para o atual, Renato Casagrande, que deu continuidade à medida, além dos deputados estaduais que aprovaram a lei, é irrelevante a necessidade de um educador de se afastar, por licença maternidade ou para tratar de problemas de saúde", diz Swami.



Além disso, o bônus associa o valor a ser pago com a avaliação do aluno. No entanto, a nota do aluno obtida em avaliação também está relacionada ao histórico familiar, ao meio social em que vive, e não somente no que é dado em sala de aula.



A jornada ampliada também é fator de discordância dos professores com a política educacional do governo e foi discutida em assembleia. Para o Sindiupes, a jornada ampliada não resulta em qualidade de ensino. Com a redução das aulas para 55 minutos, o deslocamento dos professores entre escolas melhorou, mas a carga de mil horas/aula anuais faz os alunos e professores perderem tempo de intervalo e também obriga a realização de atividades nos fins de semana.



Para os professores, a complementação das horas não deveria ser feita no improviso, de forma descompromissada, e sim ser feita acompanhada de estrutura física e nutricional, além de transporte escolar adequado no turno e contra-turno de aulas.


Fonte: CNTE.org.br

sexta-feira, 20 de maio de 2011

SINTEPP - ASSEMBLÉIA DE HOJE


Os trabalhadores de Educação Pública do Estado do Pará estiveram participando pela manhã de uma Assembléia Geral, no Centro Social de Nazaré, onde os principais pontos de pauta era o PCCR e Piso Salarial da categoria. Sabemos que ao longo das últimas décadas o Sindicato vem lutando em prol dos trabalhadores.


Como informe e como  legitimo representante da categoria, o Sintepp participou de uma audiência no dia 18 de maio, com os representantes do governo do estado. Segundo os representantes do Governo, o governo já iniciou o processo de implantação do PCCR, além das projeções financeiras.

Durantes as discussões,várias lideranças intervieram, enfatizando que seria necessária a construção de uma greve com responsabilidade, caso o governo do estado, não aceite as propostas dos trabalhadores e defenderam a continuidade  do estado de greve, o que foi aprovado pela categoria. A Assembléia contou com a presença de quase 1.500 educadores.


Aproximadamente 1.500 trabalhadores na Assembléia

Entre os documentos distribuídos durante a Assembléia, um dos quais dizia o seguinte: "É no mínimo estranho o comportamento do campo majoritário da direção do SINTEPP dando trégua ao governo Tucano oportunizando-o a aplicação de suas políticas neoliberais, como: perseguição política aos diretores das escolas eleitos democraticamente, estagnação da gestão democrática quanto à realização de eleição para diretor de escola, constituição dos conselhos escolares e formação dos conselheiros escolares (...)".

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"É fato que o campo majoritário na direção do nosso sindicato esqueceu-se da política sindical e educacional que tanto necessitamos construir para nossa categoria, atendo-se às pequenas disputas partidárias que os mesmos insistem em manter, em que prevalece o ataque ao Governo Popular e democrático do PT para fazer holofotes ao PSOL e suas personalidades públicas numa relação utilitária com a categoria (...)".
Durante a Assembléia foi tirada uma agenda de luta da categoria, que seria a seguinte:

30/05 - Ato Público às 15 h. em frente a SEAD (Gentil com Pte. Pernambuco);

02/06 - Assembléia Geral, às 09 h. no Centro Social de Nazaré;

06/06 - Seminário sobre Gestão Democrática.

   

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SINPRO - PA - Boletim Informativo


O Boletim Informativo do Sindicato dos Professores no Estado do Pará, do mês de abril , comunica os seguintes assuntos:

- Que o sindicato concluiu as negociações da data-base, sendo que no último dia 15 de abril, após várias rodadas de negociação com o sindicato patronal, concluiu as negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2011/2012, sob a mediação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Pará;

- Que os pisos salariais da categoria obtiveram reajustes diferenciados com ganho real, que obrigatoriamente serão pagos junto com o salário de abril, acrescidos da diferença de março;

- Que outros ganhos conquistados está conectado com a Cláusula Vigésima Oitava, que foi incluido um parágrafo que garante ao(a) docente do Ensino Superior, que estiver realizando curso de graduação na Instituição de Ensino que leciona, o direito de continuar o curso no periodo letivo, caso seja demitido. 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

SINPRO - PA

Acabo de receber o Jornal do SINPRO/Pa., onde aborda informações de interesse do Sindicato dos Professores no Estado do Pará. dos meses de Janeiro/Fevereiro, que são as seguintes: 

- A Diretoria do Sinpro/Pa. já enviou ao Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Particulares do Estado do Pará (SINEPE), as propostas de reivindicações da Convenção Coletiva de Trabalho 2011/2012, debatidas e aprovadas pelos professores, em Assembléia Geral realizada no dia 14 de dezembro passado;

- A Direção do Sindicato, luta na mesa de negociações, para elevar o percentual de reajuste do piso salarial da categoria, com ganho real, continuando a política de valorização do piso, para que não haja perdas em relação ao rejuste do salário mínimo;

- O Sinpro/Pa. realizará em abril, em Belém, o Seminário Estadual de Educação Superior que abrangerá a região metropolitana. Informações completas sobre o evento estarão disponíveis brevemente para que os professores da Educação Superior da rede particular de ensino possam inscrever-se, participar e contribuir no seminário e ajudar a construir uma nova Educação Superior.

- Oficina de Geografia Física será no Sinpro/Pa. - Nos dias 01 e 02 de março, o  Sinpro, AGB e a Confrageo estarão promovendo oficinas relacionadas a temas inseridos e contextualizados na chamada "Geografia Física" voltados para a nova abordagem metodológica do ENEM. Informações: 3222-4466, 3241-5379.