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domingo, 7 de março de 2021
sábado, 11 de julho de 2020
Conjuntura atual do Brasil
Acompanhando alguns grupos das redes sociais, encontrei alguns dados interessantes durante minha leitura, que irei abordar alguns:
Percebi que a preocupação maior corresponde as adesões de alguns segmentos da sociedade brasileira com atual mandatário máximo, entre eles, temos alguns grupos de empresários, empreendedores, Produtores rurais, inclusive, patrocinando cartazes e outdoor em principais pontos de cidades e nas estradas, que consideram um absurdo com tal prática, em virtude da política praticada pelo Presidente da República. Muitas imagens de Jair Bolsonaro espalhadas a quatro cantos do Brasil.
Muitas dessas ações são ´praticadas por sindicatos dessas categorias e outras entidades de apoio. Total absurdo dessas categorias que apoiam um governo que tenta privatizar a educação, a saúde, inclusive o SUS. O que seria sem o SUS em um momento como que estamos vivendo?
Segundo algumas falas, são um bando "de adúltero falando de família", sendo hipócritas, já que falam em Deus, porém, estão defendendo o armamento, Como pode o mundo religioso ter tanta força na educação brasileira, com a indicação do quarto ministro da educação, na atual conjuntura? Infelizmente, os afortunados adoram martirizar a ralé. Mais uma vez, o poder político brasileiro tem uma força repressora no comando. A sociedade precisa se reorganizar para tirar do poder político esses representantes da elite.
São dados que retratam a atual realidade.
domingo, 3 de novembro de 2019
O Brasil Atual
A sociedade brasileira tem na atual conjuntura duas
alternativas, que são as seguintes: Vai para rua reivindicar a continuação de suas
conquistas ou permanece apática, se fingindo de morto em seu sofá na zona do
conforto. Percebe-se o fechamento completo do regime, sem limite, dentro dos
moldes fascistas, com o poder dado aos milicianos. O que chama atenção é que o
Supremo Tribunal Federal – STF praticamente não se posiciona, assim como provavelmente
a Rede Globo pedirá desculpas em sua programação de audiências, considerando a
somatória a esses aspectos a reação dos milicianos por uma série de motivos ao
núcleo fascista militar que é aliada do governo federal, com proporções graves
para a conjuntura política brasileira.
Entidades, centrais sindicais, partidos de esquerda e
movimentos sociais precisam convocar atos pra fazer enfrentamento à política
conservadora, autoritária e fascista dos detentores dos poder político no país.
Com esse movimento de ruptura, através de diversas mobilizações não é mais
possível acreditar na “democracia” de linha burguesa. Sabe-se que durante os
governos do Partido dos Trabalhadores aconteceram avanços sociais
significativos, mesmo assim, parte da sociedade e algumas instituições permaneceram
como forças conservadoras, consolidando vícios de alguns seguimentos, logo é
necessário união das esquerdas e rearticulações entre alguns grupos, além do
retorno da militância nos atos de mobilizações, como fazer panfletagem nas
portas das fábricas, nas portas das escolas, nos órgãos públicos, nas feiras
livres com as rádios de ruas, a formação de coletivos, fazer atividades nos bairros,
nas igrejas, assim como fazer analise de conjuntura critica e produtiva
unificadas que conduza a classe trabalhadora em prol de uma sociedade
democrática e melhor.
Dia 05 de novembro nas ruas todos os trabalhadores das
diversas categorias, estudantes e profissionais liberais precisam mostrar sua
força pela justiça por Marielle, direitos e democracia. A sociedade brasileira
não vai assistir de braços cruzados a falta de perspectivas de futuro e nossas
crianças e jovens serem assassinados pelo Estado ao mesmo tempo em que as
escolas, universidades e a nossa ciência estão sendo desmontadas por uma
política de sucateamento.
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Jogo político no Brasil
As peças de xadrez do jogo político no Brasil começaram a se
movimentar, com as principais lideranças políticas participando efetivamente do
processo, pensando nas eleições do dia 07 de outubro próximo.
Com a prisão política do
principal candidato da massa popular, Luís Inácio Lula da Silva, pela justiça
brasileira, contrariando inclusive decisões e acordos firmados entre o país e a
Organização das Nações Unidas – ONU aconteceram mexidas importantes no
tabuleiro, entrando nos cenários dois jovens políticos e carismáticos que
começaram a ter destaque nacional. O candidato a Presidência da República
representada pelo e Prefeito da maior capital do Brasil, São Paulo, Fernando
Haddad, do Partido dos trabalhadores – PT e para Vice Presidente Manuela D’avila
do Partido Comunista do Brasil – PC do B, considerada uma aliança histórica
dentro do contexto, em várias frentes, como movimento estudantil, sindical, associações
e partidária nos governos municipais, estaduais e federais. Ressalto que esses
dois, irão ter os mesmos compromissos que tinha o então Lula da Silva, com um
programa de governo e político progressista, coletivo e popular, o que difere
dos outros candidatos.
Faltando menos de um mês, pesquisa
realizada pelo Datafolha, Bolsonaro oscilou dois pontos, de 22% para 24%, Marina
Silva (Rede), caiu de 16% para 11%. Ciro Gomes (PDT), que saiu de 10% para 13%,
com Alckmin (PSDB), que oscilou de 9% para 10%, e no limite da margem de erro,
com Fernando Haddad (PT), que cresceu de 4% para 9%. Como é muito cedo para
fazermos um prognostico consistente no cenário político e se teremos ou não o
segundo turno. Para a maioria dos cientistas políticos o único que teria
condições de vencer no primeiro turno seria o Lula da Silva. Vamos esperar até
o final do mês para melhores considerações a esse respeito.
Outros candidatos com menos
destaques, são: Álvaro Dias (PODEMOS), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo
com 3% cada, e Vera (PSTU), Guilherme Boulos (PSOL), e Cabo Daciolo (PATRI),
com 1% cada, além de Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL), que não pontuaram.
Os votos em branco ou nulo caíram de 22% para 15% desde a segunda quinzena de
agosto, e a de indecisos ficou estável, ficou oscilando de 6% para 7%.
As redes sociais serão decisivas
nesse período, já que parte significativa da população está conectada e seu
poder de influencia é muito forte.
O tabuleiro continua as mexidas
das principais peças do jogo político, principalmente com as alianças entre os
partidos e candidatos. Alguns partidos, mesmo sabendo, que não terão grandes
expressões estarão dando apoio e fazendo campanha para o partido que tenha
possibilidade de vencer o pleito eleitoral; assim, como no segundo turno, que
será outra análise.
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terça-feira, 18 de julho de 2017
Diretas Já!
Hoje, durante uma entrevista do ex
Presidente Lula, para uma emissora de rádio, em São Paulo, deixou bem claro, da
necessidade das eleições diretas, no momento atual, no Brasil. Quem deve
decidir os rumos do país, é a população brasileira.
Com a situação crítica do governo
golpista que temos, concordo, plenamente com que disse o ex Presidente. Então,
vejamos, uma grande articulação foi consolidada entre a maioria dos
parlamentares do Congresso Nacional, parte significativa e influente das comunicações,
principalmente, através da Rede Globo, a mais interessada e importantes setores
da sociedade, como a própria Justiça, que deixa de ser imparcial, pelo menos
alguns membros, assumindo declaradamente posições partidárias, o que não
poderiam fazer.
O governo golpista, como
representante do capital financeiro, tinha e tem sua finalidade de defender as
propostas desse grupo, entre elas, as reformas trabalhistas e previdenciárias. Os
trabalhadores, se mobilizaram com a intenção de conter as ações dos
representantes do capital. Para se ter ideia, olhem aí, durante o governo de
Fernando Henrique Cardoso, a taxa de desemprego foi de 10,5%, em 2010, durante
o governo de Luís Inácio Lula da Silva, a taxa de desemprego foi de 5,3%, em
2014, durante o governo de Dilma Rousseff, a taxa foi de 4,3% e no ano de 2017,
durante o governo golpista de Temer, a taxa de desemprego foi de 13,7%, segundo
dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - IBGE. E, no
momento, várias empresas do Brasil, estão estimulando a demissão voluntária.
A sociedade brasileira, está
convicta que a melhor saída para resolver a crise que o Brasil passa, provocada
pelos golpistas, que estão no poder, são as eleições diretas, inclusive, para Presidência
da República, incluindo um Congresso Constituinte, para formulação de uma nova
Constituição brasileira.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Conjuntura Política, Econômica e Social do Brasil atual
Sob a coordenação do Prof. Valdivino Cunha (Sociólogo) foi realizado o
debate, na quarta-feira, sobre a conjuntura política, econômica e social nacional
atual. O evento contou com apoio dos professores: Adriana Silva (Filosofia),
Vanesse (Socióloga), Ivaneide (História), Antunes (Filosofia) Wilton
(História) e Ribamar (História). O mesmo aconteceu na Escola Municipal
"Francisco Portilho", na localidade de Forquilha, no município de
Tomé Açu.
O evento foi um sucesso.
terça-feira, 22 de março de 2016
Impeachment da Presidente Dilma
Os atos do dia 18 de março de 2016, quando a classe trabalhadora foi para as ruas e praças defender a democracia e o estado de direito, foi um marco histórico na sociedade brasileira, visto até então, só com as Diretas Já!
A conjuntura atual no Brasil é crítica, quando o campo que uniu em favor do movimento golpista ultrapassa sua legalidade, tentando impor o que seria legal, porém, a Frente Brasil Popular que aglutina setores, movimentos e partidos em prol da democracia e liberdades demonstra seu poder de força e mobilização quando mais de um milhão de pessoas saíram em defesa do governo que foi eleito democraticamente, pela maioria da população em 2014.
A luta política de massas é o objetivo dos vários comitês criados pelo Brasil, vinculados a articulação e a aglutinação para pressionar as diversas frentes que lutam pelo golpe, já que não tem crime nenhum e querem o impeachment da Presidente da República.
Ressalto que a recomposição do campo democrático é salutar, unindo as esquerdas e partidos que estão construindo cenários dinâmicos e de resistências contra a frente golpista.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Um ano de enfrentamento
Valdivino Silva da Cunha*
José Ribamar Lira de Oliveira*
Para o campo democrático e popular da política brasileira, o
ano de 2015 vai ficar marcado como um ano de acirramento de dois projetos, por
um lado o segmento mais retrógrado e conservador que há mais de quinhentos anos
faz uma opção preferencial pelos ricos e mal feitores, representados pelo PSDB
e figurões carimbados e desgastados da política brasileira, como Aécio Neves,
Ronaldo Caiado, Bolsonaro, Feliciano, Paulinho da Força, Agripino Maia e
Eduardo Cunha, e tantos outros que embora de legendas distintas, são farinhas
do mesmo saco. O outro projeto, simbolizado pelos movimentos populares democráticos
e por intelectuais dos mais diversos segmentos culturais que lutam por um
Brasil melhor e não querem retroceder.
Para o primeiro grupo, sua vontade seria que o Brasil
entrasse num colapso total, que não fosse apenas os anéis mas também os dedos.
E para isso queriam e até difundiram que a haveria um total desabastecimento,
inclusive de gasolina, que o Brasil está vivendo a pior crise econômica de sua
história, que a presidente Dilma seria cassada em questões de dias, que não
haveria dinheiro para as compras de Natal. Para desespero deles nada disso se
concretizou e a vida segue, com crise ou sem crises, aliás, crise pra quem? Tem
uma minoria privilegiada que nunca soube o que é uma crise.
A vitória do segundo grupo poderia muito bem ser representada
pela luta da sociedade paulista no enfrentamento ao Governador do PSDB de São
Paulo Geraldo Alkmin, quando este queria a qualquer custo acabar com grande
parte da escolas públicas paulistas, para fazer caixa as escolas privadas.
Outro momento simbólico importante foi quando este mesmo grupo foi às ruas
dizer não à ditadura da cassação da presidente Dilma, acreditarmos inclusive que
este movimento fez com que os juristas da plantão revissem seus pontos de vista
esquecendo suas opções políticas e se ativessem às questões constitucionais.
Que em 2016 encontremos forças para lutarmos por uma
sociedade mais justa, fraterna, solidária e igualitária. Que venha 2016!
*Educadores do Sistema de Organização Modular de Ensino _ SOME(Seduc/Pa.)
*Educadores do Sistema de Organização Modular de Ensino _ SOME(Seduc/Pa.)
sexta-feira, 17 de julho de 2015
O momento político brasileiro
* Valdivino Cunha da Silva
Caso alguém tivesse saído do Brasil há
vinte anos e tivesse ficado num isolamento total, sem contato de qualquer
natureza com a sociedade brasileira e desse local imaginário ele apanhasse uma
avião e pousasse hoje no Brasil, ele tomaria um grande susto, tamanho as boas mudanças
importantes que ocorreram na sociedade brasileira nestes últimos 20, mais
precisamente após os dois governos de Lula e agora com Dilma. Com isso não
estamos afirmando que os problemas brasileiros acabaram e nem que ele eles
fizeram tudo que deveriam ter feito, mas fizeram muito, mas poderiam ter feito
por exemplo, a reforma política e tributaria, onde os ricos deveriam pagar mais
e os pobres menos impostos, taxando por exemplo, as grandes fortunas, além da
reforma agrária e educacional, só para citar as mais urgentes.
No cenário político, o PT cometeu
erros gravíssimos, se aliando com partidos e políticos que mancharam sua
trajetória de luta em busca da ética. A questão do poder parece ter virado uma
obsessão que ele buscou a qualquer preço e está pagando um preço alto demais.
O Governo Lula teve como marca a
inclusão social e para isso teve que negociar com o deus e o diabo. Já o
governo de Dilma teve e está tendo um viés tecnicista exacerbado, simbolizado
pelo atual ministro da Fazenda, Joaquim Levy. No Primeiro mandato de Lula,
perdeu-se a oportunidade de fazer mudanças estruturais para o Brasil, hoje isso
é quase impossível, pois as elites que vão de Collor, Renan Maia e Caiado não
deixam.
Outro erro que se não for analisado
calmamente não se consegue perceber sua dimensão é que o PT deixou de ser um
partido de massa, formador. Grande parte de suas lideranças sociais foram
cooptadas, viraram DAS, chapa branca e assim criou-se uma lacuna, não se formou-se
mais massa crítica, um colapso para a democracia.
Mas, em que pese os erros, os acertos
foram bem maiores, inverteu-se prioridades, não é à toa que a burguesia vive a
ladrar implorando impeachment e se ainda não tiraram a presidente Dilma que foi
eleita democraticamente não é porque não quiseram, é porque ainda não foi
possível, achamos até que é pelo fato de que eles já estejam pensando num
provável terceiro governo de Lula, e com razão.
* Sociólogo e Educador.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Conjuntura Política Brasileira I
Entender o sistema político da
sociedade brasileira requer uma visão ampla do cenário e o processo eleitoral que
passamos recentemente. Além da articulação entre os três poderes, temos um jogo
de alianças e apoios de partidos, tendências políticas, instituições e
entidades; além de diversos movimentos e grupos que são formados, com objetivo
do poder político, sem contar os lobistas, oportunistas e pilantras que se
aproveitam do momento político para obtenção de ganhos pessoais.
No momento, temos 59.764 vereadores,
5.570 Prefeitos, 513 Deputados Federais, 81 Senadores, 27 Governadores, Uma Presidente,
totalizando 65.956 políticos.
Logo, podemos fazer uma série de
reflexões dessa conjuntura. Mas, penso que é necessário participarmos mais para
podermos entender melhor o sistema politico nosso.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Perspectivas 2013
“QUEM AQUI SE TORNOU SERVIDOR POR OBRIGAÇÃO? TENHO ABSOLUTA
CERTEZA QUE NINGUÉM AQUI FOI OBRIGADO A ENTRAR NO SERVIÇO PÚBLICO! PORTANTO SE
ALGUÉM AQUI ACHOU QUE IA FICAR RICO ENTRANDO NO SERVIÇO PÚBLICO, SE ENGANOU!”
Simão Jatene (22.09.2011) – Teatro Maria
Silvia Nunes (Estação das Docas)
Com esse discurso deu para perceber qual o cenário
para o ano de 2013? Levando em consideração o aspecto educacional, no estado do
Pará., a posse dos novos prefeitos, que aconteceu no dia 01 de janeiro, não foi
novidade para a população, onde deixam bem claro, a prioridade, à contenção de
despesas, e desse discurso é um alerta como será a educação em nosso estado,
onde é uma atividade que não gera lucro, a não ser para as escolas
particulares.
Tratando do ensino público,
estadual ou municipal, a situação será de caos, já que percebemos nesta virada
de ano, aproximadamente 40 municípios de estado do Pará não estavam em dias com
os pagamentos dos servidores. Tem município, que não pagou novembro, dezembro e
o 13º salário. Já pensou como se encontra a situação dos nossos colegas de
profissão, e será que receberão?
Em Ananindeua e Belém, ainda não
aconteceram à municipalização do fundamental maior (5ª 6ª. 7ª e 8ª série). Já
pensaram nossos educadores que atuam, principalmente nessas séries, se os tucanos
com essa contenção de despesas resolverem municipalizar, como ficarão a CH de
nossos colegas? Com certeza, não haverá turmas disponíveis para todos os
educadores efetivos, sem falar nos contratados.
Penso também que a situação da
saúde dos servidores do estado não vai ser fácil, já que parte significativa de
convênios relacionados ao PAS está sendo descredenciado, dificultando, portanto,
a marcação de consultas e cirurgias para os servidores.
Interessante que mesmo com tudo
isso, o nosso sindicato (Sintepp – grupo majoritário), fica se omitindo,
calado, não faz nada; enquanto isso a categoria padece nas mãos desses acordos
políticos e é quem mais sofre.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Conjuntura política do Carnaval
A imprensa oligárquica e burguesa começou a questionar e bater de frente o Partido dos Trabalhadores, já que é o único partido que, realmente, mostra de forma pragmática, o que se deve fazer para melhorar a sociedade, através de alguns programas e projetos onde fazem a diferença.
Vamos começar, quando a oposição provoca o governo de Dilma, tratando de temas polêmicos, como no caso do aborto. Quando estimulam e fazem as intrigas entre o governo e evangélicos sem dúvidas são para desgastar a figura e a personalidade de uma grande militante que chegou ao poder, através do voto e sendo mulher. Acredito e confio que o projeto político do partido nesses três mandatos tem mostrado exemplos como governar, e provavelmente chegará a mais três.
Outro aspecto, importante ressaltarmos é que a social democracia detona quando a nossa Presidenta tira de sua composição política auxiliar que cometem infrações e prejudicando a sociedade brasileira, isso mostra sua força e grande liderança junto aos seus aliados; assim compromisso e responsabilidade com a população. Quando a oposição esteve no governo à imprensa não batia tão forte como está acontecendo no momento atual.
Ao longo de todo um processo histórico e político, infelizmente as mulheres sempre foram deixados de lado. Na conjuntura atual, percebemos ainda a influência forte do machismo na sociedade, e na política o que não é muito diferente. Neste cenário, a nossa Presidenta vem sofrendo consequências de pessoas que não se conformam por ser uma mulher detentora do maior cargo do Brasil.
Sabemos que não é fácil ter a governabilidade, e quando se trata de agradar gregos e troianos é necessário muito “jogo de cintura”, superando, inclusive a oposição, juntamente com seus recursos de comunicações e o Partido dos Trabalhadores que completou 32 anos, permaneça por muitos anos.
domingo, 5 de dezembro de 2010
JORNAL MAGABIRA
Acabo de receber o Jornal Magabira, que é produzido pela Coordenação da Sala de Informática "Eneida de Moraes", da turma 801, do turno da tarde, com responsabilidade da Professora Aricleide Tavares da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio "Maria Gabriela Ramos de Oliveira", do Conjunto Maguari, no município de Belém.
O Jornal traz o Editorial denominado de Trabalhando por Projetos de Ensino, onde destaca a necessidade de " direcionar um trabalho na perspectiva de projeto requer profissionais comprometidos com o processo educativo".
Apresenta algumas matérias sobre os jogos internos que aconteceram nos dias 01,03 e 04 do corrente mês, nos três turnos.
Outra matéria de destaque foi Entrevistando Talentos, onde entrevista a aluna Beatriz Baia do 3º ano da manhã que ama a dança.
No Jornal é apresentado algumas informações a participação da Escola "Maria Gabriela" como atração da USE 11, onde na primeira apresentação foi o "O BOTO", este ano apresenta "Belém-Pará-Brasil e Matinta nunca viu".
Talentos da Banda Escolar parabeniza a Banda de Fanfarras da Escola que conquistou o primeiro lugar no concurso de Bandas e é campeã paraense de Bandas e Fanfarras.
Outra entrevista com um talento que é o aluno Luiz Felipe dos Santos Vilhena, do 2º ano, do turno da tarde, que é músico e canta no grupo Poetas de Cristo.
O Jornal informa sobre alguns projetos em ação, como : Sexualidade: descobertas, cuidados e prevenções"; projeto HQ - Histórias em Quadrinhos sob orientação da Professora Ivone Guedes de Lingua Portuguesa; projeto " Respeitando a Diversidade", que tem como coordenadoras a Professora Fátima de Oliveira, de História; Déa Benather, de Geografia e a Professora de Língua Portuguesa Valquíria Carvalho da Sala de Leitura.
Aborda a Preocupação com a Violência, onde a violência pode mudar.
Trata também o Programa Mais Educação e o Esporte nas Escolas do Estado do Pará.
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